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terça-feira, 4 de novembro de 2014

2015 não será diferente!

E porque 2015 seria diferente? Por que você realmente deseja alguma coisa? Por que está descontente com algum aspecto da sua vida? Ou porque está cansado de uma situação e quer resolver isso de uma vez por todas? Esqueça, isso não mudará o seu ano, muito menos a sua vida. Cansaço, descontentamento, incômodo são sentimentos fundamentais para provocar uma mudança em nossas vidas, desde que você faça alguma coisa com isso.
 
Assim como você, eu sempre quis (e continuo querendo) muitas coisas na minha vida. Muitos desses desejos eu realizei, muitos esqueci pelo caminho, outros me cobram o preço até hoje. Ao longo da minha vida, aprendi a ser mais realizador e nesses anos dedicados ao coaching, tive a oportunidade de conviver com pessoas incrivelmente empreendedoras. Empreendedoras na essência da palavra, a capacidade de transformar sonhos e ações em resultados.
Isso me possibilitou encontrar algumas características em comum nas pessoas mais realizadoras que conheci em minha carreira. De todas as características, duas sempre me chamaram a atenção. A primeira é INSPIRAÇÃO.
Pessoas realizadoras são inspiradas e buscam constantemente novas fontes de inspiração, pois sabem que o mundo exterior é um campo vasto de experiências que enriquecem o nosso mundo interior. O ser humano é movido por inspiração, mas muitos insistem em viver apenas pela necessidade e jamais comemorarão grandes feitos.
A inspiração vem antes da motivação, ou melhor, a inspiração é motivo para uma ação engajada, apaixonada, impactante. O que te inspira? Sua família? Conquistar uma vida mais confortável? Ganhar muito dinheiro? Ser o número 1 no se segmento? Excelentes inspirações, mas se isso o inspira, porque ainda assim você não faz o que precisa ser feito?
Eis então que lhes apresento a segunda característica: PROVOCAÇÃO. A provocação é o combustível da inspiração, uma precisa da outra para gerar grandes frutos. A inspiração te motiva, mas a provocação tira o sono, faz a cabeça ferver, frustra. Isso mesmo, frustra por ainda não ter alcançado o que tanto deseja. A provocação não te permite recuar, pois desperta um sentimento que ninguém escapa, a vaidade. E não adianta dizer que você não é vaidoso, todos somos, independente de como ela se manifesta. Não entenda a vaidade apenas como algo fútil, pois não é. A vaidade é o desejo se sentir-se bem consigo mesmo, de encher-se de orgulho por ter conquistado algo importante, de ter chegado lá. É bom, é necessário, mas como tudo na vida, os extremos devem ser controlados.
A provocação é o que nos faz ter o intenso desejo de ir além. Sem provocação, a inspiração não tem a força necessária para sair do campo dos desejos. O problema é que a nossa sociedade insiste em nos deixar na zona de conforto o tempo todo, pois fomos educados na onda do politicamente correto, onde dizer a verdade nem sempre é visto com bons olhos.
Reflita comigo: você é casado e ano após ano tem engordado significativamente. A sua esposa, para não lhe frustrar, insiste em dizer que você está bem, que ela gosta de você mesmo assim. É mentira! Você está gordo! Ela gostaria que você se cuidasse mais. Mas, como ela não lhe diz isso com a clareza necessária, a mudança não se faz necessária. Concorda?
Outro exemplo: você não está dando certo em trabalho algum e insiste em culpar todas as empresas por onde passa. Os seus pais, para não lhe magoar, passam a mão na sua cabeça e continuam custeando as suas necessidades. Ao passo que deveriam dizer que a responsabilidade é sua e que a partir de agora, terá que viver somente com os frutos do seu trabalho. Como não fazem isso, você suporta muito pouco os desafios do mercado.
Exemplos diferentes, mas algo em comum. Se a esposa ou os pais dissessem a verdade e fossem acertadamente críticos, possivelmente teríamos um conflito, pois, ao invés de agradecer a provocação, encaramos como um insulto. Então, vivemos uma realidade camuflada, que resultará em uma frustração acumulada cada vez mais difícil de superar.
Portanto, coloque uma pitada de provocação nos seus desejos e inspirações. Somente dessa forma você poderá iniciar uma nova etapa com o incômodo necessário para entrar em ação.
Talvez assim e somente assim, 2015 possa ser diferente
Um grande abraço e sucesso!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

A indústria do coaching está pagando o seu preço!

O Jornal Hoje anunciou há alguns dias a seguinte matéria: “Funcionários dançam 'eguinha pocotó' em curso motivacional de empresa”. E a chamada enfatiza: “Imagens mostram o treinamento da equipe de vendas de uma distribuidora de remédios. Os funcionários caminharam sobre uma pista de 10 metros de carvão em brasa. O caso foi parar no Tribunal Superior do Trabalho.”.

Era tragédia anunciada, iria acontecer mais cedo o mais tarde. Não quero entrar na discussão dos métodos utilizados em treinamentos, embora não concorde e não veja sentido em muitos. Quero alertar para o amadorismo de muitos “profissionais” que intitulam-se coaches, trainers, especialistas, hipnólogos, consultores, enfim, amadores irresponsáveis que utilizam-se de meios apelativos para despertar a motivação das pessoas. Eu respeito muitos profissionais dessas áreas, que prepararam-se anos para isso, mas estamos rodeados de aventureiros no mercado.

Conduzir pessoas em qualquer abordagem que envolva o despertar de fortes emoções é uma responsabilidade que requer uma grande capacidade técnica. Quando esse processo é conduzido por profissionais preparados e embasados em uma metodologia séria, os resultados são positivos. Quando esse tipo de treinamento é aplicado por aventureiros, as pessoas são colocadas em risco – físico e emocional – e o ambiente das empresas também pode sofrer sérios impactos negativos.

E qual é a solução?

Precisamos rever urgentemente os critérios das escolas de formação de coaches e treinadores empresariais. Essa “indústria” tem lançado no mercado um bando de “burros motivados” que invadem as empresas cheios de palavras de alto impacto e técnicas motivacionais rasas e desastrosas.

E isso tem acontecido por um motivo muito simples. Não existe qualquer critério de seleção para que um profissional seja aprovado para um curso de formação, muito menos para que receba um certificado de Coach, por exemplo. Além disso, muitas escolas estão lotando salas de hotéis com 50, 100 pessoas que recebem metodologias e as praticam sem a supervisão adequada. O resultado está ai, para quem quiser ver.

E a cada dia, novas formas de se credenciar como um “profissional de treinamento e Coach” têm despontado no mercado, como livros com coletânea de artigos, onde o profissional escreve algo sobre tema qualquer e intitula-se co-autor.
Precisamos criar um forte padrão de qualidade!

E o papel dos RH´s é fundamental nesse processo. Muitas empresas, para economizar, contratam profissionais “baratos” que prometem entregar resultados. O processo de seleção desses profissionais e empresas dever ser cada vez mais profundo. E como não existe uma regulamentação para se intitular treinador ou coach, só existe uma forma de certificar-se da qualidade desses profissionais - pesquisa! Muita pesquisa:

1. Solicite referências: nada menos do que 10 empresas que foram atendidas pelo profissional. E não existe essa questão de confidencialidade, quando o trabalho é bem feito, fazemos questão de indicar.

2. Questione sobre a metodologia aplicada: se vai submeter o seu time a um processo de coaching ou treinamento, o profissional precisa detalhar qual será a metodologia aplicada e como pretende alcançar os resultados.

3. Peça comprovações da experiência na metodologia: solicite artigos científicos do profissional sobre a sua base metodológica ou livros escritos por ele sobre o tema. O conhecimento teórico é tão importante quanto a sua experiência prática.

4. Analise o material didático: Se o profissional lhe apresentar um material didático com slides impressos, esqueça. Um bom material deve ser bem elaborado, com teses descritas, textos de apoio e exercícios. Um profissional que não investe tempo para construir um material de qualidade, não pensou na sua metodologia de maneira profunda e didática.

São tantas coisas para analisar que um método torna-se o mais eficiente de todos: a indicação! E somente quem possui todas as características acima, será merecedor de ser indicado por alguma empresa.

Desenvolvimento funciona, sim! O que precisamos é escolher certo!
 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Você está pronto para ter uma empresa?

Você é comprometido com o seu trabalho? É dedicado com os seus estudos? Lida bem com a pressão do dia a dia? É engajado com as metas? É envolvido com as estratégias da empresa? Preocupa-se com a satisfação dos clientes? Gosta de desafios? E a pergunta mais importante: você se realiza trabalhando ou preferia ficar em casa, se pudesse?

Reflita sobre essas perguntas para então compreender o que vou lhe dizer: abrir uma empresa não o torna um empreendedor. Este tipo de profissional demonstra suas características aonde quer que esteja; pode ser atrás de um balcão numa lanchonete, na mesa de um escritório, na loja de um shopping, enfim, ele não esconde as suas características. É fato que muitas empresas reprimem o ímpeto empreendedor, não permitindo que as pessoas errem, inovem, participem, mas, o verdadeiro empresário, por ser um inconformado com a mesmice, não consegue permanecer nesse tipo de ambiente.

Agora, cuidado! Muitos profissionais se enganam acreditando que despertarão um espírito empreendedor quando abrirem o seu próprio negócio. Isso, de fato, pode acontecer quando você se vê trabalhando com algo que te apaixona, que tem a ver com as suas aptidões. Esse é o ponto: empreender deve ser uma escolha emocional e racional de dedicar-se a fazer aquilo que você realmente deseja. Empreender não pode ser uma fuga, ou seja, não estou dando certo em lugar nenhum, então, quem sabe, se eu abrir o meu negócio pode ser diferente. Portanto, a análise acima se torna fundamental.

Se você deseja empreender para ver se vai dar certo em alguma coisa, esqueça, o risco é alto. É melhor dar certo em alguma coisa primeiro. Agora, se você deseja ser empresário para colocar em jogo todo o seu potencial, vá em frente e siga algumas dicas fundamentais:

1. Some experiências: se a ideia de empreender já está na sua cabeça, aproveite todas as possibilidades de adquirir experiência para o seu negócio. Comece a olhar as coisas com uma visão mais crítica, questionadora, curiosa. Nesse momento, os “porquês” podem fazer toda a diferença. Muitas vezes, permanecer mais um tempo na empresa para assumir uma nova área, aprender um pouco mais ou aproveitar uma formação importante pode ser uma decisão inteligente.

2. Faça uma boa reserva financeira: sei que já ouvimos muitas histórias de pessoas que iniciaram um negócio com nenhum dinheiro e deram muito certo. Mas, existem muitas outras histórias, aliás, a maioria delas, de empresas que quebraram por não ter um fluxo de caixa adequado. Não se precipite. Guarde o que puder, vá construindo um bom histórico bancário (para conseguir crédito no futuro) e, principalmente, organize a sua vida para não precisar utilizar o caixa da empresa para as suas contas pessoais por, no mínimo, 12 meses. E se a empresa der lucro antes desse período, reinvista na empresa e faça um bom caixa. Quem tem caixa, tem força e velocidade para crescer.

3. Acumule conhecimento: leia, faça cursos, procure ajuda profissional, converse com pessoas mais experientes, enfim, não confie somente no seu instinto. Esse é um grande erro de muitos empreendedores. Existem muitas instituições que oferecem excelentes ferramentas para o pequeno empresário com custos muito acessíveis.

4. Planeje, planeje e planeje: o brasileiro dá pouco valor ao planejamento e nesse momento é essencial. Não saia fazendo, pense sobre o seu negócio: perfil do meu público, diferenciais do meu produto/serviço, parcerias, onde e como divulgar, enfim, aproveite esse momento de planejamento para desenhar a sua atuação no negócio, mantendo a sua visão sempre na plena satisfação dos seus clientes, o único motivo para o seu negócio existir.

5. Invista em relacionamento: onde estão as pessoas que podem me inspirar? Fique perto delas. Vai ter muita gente que duvidará da sua iniciativa, a maioria das pessoas não acredita na ousadia, prefere a estabilidade. Ouça essas pessoas. É importante, mas ouça também quem foi além. E então defina qual será o seu posicionamento. Além disso, amplie o seu networking, pois o seu nível de relacionamento determinará as possibilidades de atuação do seu negócio.

6. O segredo é a alma do negócio: segure a ansiedade a não saia contando a sua ideia pra todo mundo, tem muita gente mal intencionada. Converse com algumas pessoas sim, mas não alastre o seu projeto por aí. Conte para quem, nesse momento, possa contribuir contigo.

Por fim, antes de empreender, pergunte-se: pra que? Se você realmente encontrar um motivo que valha a pena a sua dedicação integral, sem férias, sem hora extra, sem garantia de salário no final do mês, sem reconhecimento, sem 13º salário, enfim, sem nenhuma estabilidade, parabéns, você está pronto para pensar em abrir um negócio e conquistar a tão sonhada liberdade que só um empresário pode ter.

E como alguém que deixou uma carreira executiva para abrir o seu próprio negócio, posso lhe afirmar: vale a pena!

 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Como lidar com o inimigo no trabalho

Onde dois ou mais estiverem reunidos, eu estarei lá: o conflito. E não importa o ambiente. Seja familiar, empresarial, social, religioso, enfim, o conflito é inevitável. Inevitável, por um simples motivo: as pessoas possuem valores diferentes, logo, o que é importante para um, não é para outro. O que me incomoda, não incomoda o outro. E nesse contexto, as desavenças ocorrem a todo o instante, pois eu, assim como você, quero preservar os meus valores, aquilo que eu não abro mão.

Mas, é importante compreender que o problema não está no conflito e sim, na consequência gerada pelo conflito. Eu posso discutir com você, debater ideias e sairmos juntos para almoçar. O debate de ideias é saudável. No entanto, a maioria das pessoas quando questionadas, contrariadas, tem a sua vaidade ferida e tendem a atacar para se defender. Alguns relutam a reconhecer que a ideia do outro é melhor, pois não querem perder a razão. Outros, por receio de perder uma posição ou promoção, criam atritos para diminuir a reputação do colega e fazê-lo menos merecedor do que ele. E pouco a pouco, vamos criando inimigos. Se bem que essa palavra é muito forte, prefiro chamar de adversários. Um inimigo quer o seu mal, o adversário quer o seu lugar, mas não deseja prejudicar você. Porém, se você realmente acredita que tem alguém na sua empresa que deseja o seu mal, então possivelmente você tem um inimigo.

Independente se você tem um inimigo ou um adversário na empresa, permita-me lhe trazer algumas dicas para lidar com esse incomodo:

1. Saiba que ter adversários é normal. Se você não tem adversários é por que não está fazendo o seu trabalho direito. Quando as pessoas se incomodam conosco é sinal de que estamos nos destacando. Mas entenda o que estou querendo dizer. Estou falando de resultados, de entrega, de comprometimento e não de destaque por comportamentos inadequados, ou seja, bajular o chefe, vestir roupas extravagantes, extrapolar nas brincadeiras etc. Se você é bom, vai se destacar e quando isso acontecer terá adversários.

2. Fortaleça a sua reputação. A reputação é o seu maior patrimônio. Contribua com as pessoas, preserve a sua imagem, não entre em fofocas e principalmente, faça o seu trabalho de forma extraordinária. Amplie a percepção de valor que as pessoas enxergam em você.

3. Entregue resultados. Os resultados te protegem, pois comprovam a sua competência. Se você é um grande vendedor, vai ter muitos adversários, mas jamais conseguiram fazer nada contra você. Quem tem resultado, tem credibilidade.

4. Seja firme e verdadeiro: Não se importe se o adversário é desonesto, falso, dissimulado. Se você agir igual, dará armas para que ele use contra você. Se ele fez uma fofoca a seu respeito, chame-o e esclareça imediatamente. Se ele mente, fale sempre a verdade. As pessoas sempre ficam perto de quem fala a verdade. Se ele não parar, chame-o para uma reunião com o seu superior e apresente o que está acontecendo com muita calma e serenidade.
 
Por fim, a quinta e última dica: não se desespere. Lembre-se, você está certo! O sucesso está sempre ao lado de quem faz as coisas certas. Sei que a vontade, muitas vezes, é gritar, brigar, mas isso não ao ajudará. Coloque a pessoa no seu devido lugar e da melhor forma que você pode fazer: com sabedoria! Nenhum adversário ou inimigo resiste a isso.
 
Sucesso!

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Conselho a um jovem profissional

Hoje fui despertado com uma notícia muito triste e que me motivou a escrever essa carta. Um rapaz de 25 anos de idade pediu demissão de uma empresa por não estar suportando a grande pressão e a quantidade de trabalho. Ele não era meu funcionário, eu nem o conhecia, mas ainda assim essa decisão mexeu comigo.

Me permita lhe explicar o motivo do meu incomodo. Com 25 anos é muito cedo para falar sobre “grande pressão”, afinal é o momento de entregar o máximo em sua carreira, de crescer, de aprender, de se destacar.  No entanto, 25 anos é um pouco tarde para esse tipo de atitude, o tempo está passando. Com quantos anos você deseja assumir a responsabilidade? Quanto tempo você acredita que a vida vai esperar você amadurecer? Eu respondo, não vai! A vida vai continuar lhe provocando, queira você ou não. E a cada desafio que você não encara é uma oportunidade que você perde. E muitas oportunidades são únicas na vida.

Você já deve ter notado que estamos vivendo um déficit educacional em nosso País – da educação básica à universidade – e a cada dia, encontrar um profissional qualificado é mais difícil. Mas esse não é o maior problema, pois as empresas estão dispostas a investir tempo, dinheiro e energia na sua capacitação. A questão que está tirando o sono de todo mundo é a precariedade de profissionais com desejo de aprender, de se dedicar, de se envolver com um projeto. E o que isso quer dizer? Pense um pouco. Quando tem um monte de gente ruim no mercado, o que isso mostra? Um mundo cheio de oportunidades. Nunca houve tanto espaço para se destacar. E nem precisa ser brilhante, basta ser comprometido e ter muita sede de aprendizado.

Sei que tem muitas empresas que ainda operam em um modelo de gestão precário, antigo, fracassado, mas pare de usar isso como desculpa. Nunca trabalhe por uma empresa, trabalhe pela sua carreira. Se a empresa não te valoriza, entregue resultados mesmo assim. Esqueça a empesa, valorize o seu currículo e fortaleça o seu maior patrimônio – a sua reputação.

Faça uma reflexão, se nenhuma empresa te valoriza, onde está o erro? Você é azarado ou não está fazendo a sua parte? Pare de sentir pena de você mesmo. Pare de acreditar na sua mãe quando ela diz que você estava certo em pedir demissão. Para de se iludir com os colegas fracassados que dizem que não adianta se dedicar, pois a empresa não valoriza. A responsabilidade é sua! Somente sua!

E se você está pensando em abrir o seu próprio negócio, o sonho de muitos jovens brasileiros, cuidado! Geralmente se você não suporta a pressão do seu chefe, provavelmente não suportará as exigências dos seus clientes. Não é o cenário que precisa mudar, é o seu comportamento.

E guarde uma coisa que vou lhe dizer: o mercado não vai ser generoso com você, a não ser que você seja generoso consigo mesmo. Estude, prepara-se, aprenda, contribua, desafie-se, comprometa-se, dedique-se, enfim, assuma a responsabilidade.

Você deve estar pensando que estou querendo transmitir a minha longa experiência e lições impressas em meus cabelos brancos. Sim, eu tenho uma boa experiência: fui office boy, auxiliar administrativo, professor, coordenador pedagógico, executivo e hoje sou empresário, coach, palestrante, escritor e dedico a minha vida a desenvolver pessoas. Mas deixe-me esclarecer uma coisa, tenho apenas 32 anos, completo 33 esse ano. E 18 anos depois do meu primeiro registro profissional, me orgulho da minha trajetória. Aos 25 eu já aguentava muita pressão e devo a minha carreira a essa capacidade de não desistir.
 
Eu desejo que você amadureça e torne-se o profissional que o mercado precisa: ousado, engajado, competente. Não vou lhe desejar sucesso, pois é consequência do que lhe desejei anteriormente. E se me permite, só quero lhe dar mais uma dica: comece imediatamente. O tempo passa e passa muito rápido.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Como se reinventar depois de um fracasso?

Na entrevista do goleiro Júlio Cesar ao final da derrota para a Alemanha, ficou claro que ninguém sabe o que aconteceu. Na coletiva, o técnico Luiz Felipe Scolari assumiu toda a responsabilidade, mas isso não é justo com o time. Se é família, é família até o fim, na vitória e na derrota. Não se tratam de crianças indefesas, são jogadores profissionais. É o momento de levantar a cabeça, agradecer o País pelo apoio e cada um aprender com os seus erros.

O fracasso não é uma escolha, é um acontecimento que ninguém deseja em sua vida. Aqueles jogadores entraram para ganhar e tenho a certeza que acreditavam nisso, só que os adversários também vieram com o mesmo espírito.

A torcida brasileira está abalada, os jogadores estão arrasados, isso é fato. Mas percebam que o verbo estar é completamente diferente do ser. Um dia todos nós enfrentaremos um fracasso, mas a decisão de ser um fracassado é somente sua. O fracasso é a maior de todas as escolas que podemos frequentar na carreira e na vida.
Conheci pessoas fracassadas na vida, que não conseguiram superar o peso de uma derrota. Mas, felizmente, conheci também muitas pessoas vencedoras, que, diante de um grande revés, sofreram, aprenderam lições inimagináveis e hoje orgulham-se de suas conquistas, principalmente de suas histórias de luta e superação.

Diante de um fracasso, a melhor decisão é a reinvenção!

São nos momentos de turbulência que descobrimos recursos que nem imaginávamos ter. As emoções se afloram e explorando-as positivamente, somos agraciados de uma força surpreendente. E a força de quem se reinventa é uma pancada de energia, pois vem carregada de uma motivação inexplicável. Portanto, aprenda explorar positivamente as suas emoções:
1) Transforme pressão em energia: quando você erra, muitas pessoas lhe apontarão o dedo. Muitas duvidarão e até mesmo se afastarão de você. A pressão é um fator externo, uma expectativa (positiva ou negativa) que terceiros colocam sobre você. Assumir essa expectativa é uma reação comum, porém, desnecessária e, por vezes, cruel. Portanto, não vale a pena. Não entre no jogo pressionado a ganhar, entre no jogo com a certeza de que colocará em ação o seu melhor desempenho.
2) Transforme medo em estratégia: sentir medo é normal. Eu nunca conheci ninguém que não sente. A questão é o que você faz com o medo. Travar ou seguir em frente é uma decisão. A pergunta que precisa ser feita é: “O que eu posso fazer para que tudo dê certo?”. Mas não responda isso pensando no resultado, responda focando nas suas ações, ou seja, naquilo que você precisa fazer para que dê tudo certo. Pensar nas consequências – positivas ou negativas – não ajuda em nada agora. Novamente, foco total e absoluto no desempenho. Treino, estratégia e potencialização dos pontos fortes. O resultado é consequência!
3) Transforme tristeza em propósito: a derrota aconteceu. Bola pra frente! É preciso encontrar um motivo para seguir. É isso que faz da reinvenção uma arma poderosíssima – o propósito. Somente se reinventa quem tem um propósito claro e que valha a pena empenhar todo o seu potencial. E esse motivo jamais deve ser provar para as pessoas que você pode. Isso não depende de você. Faça por você e colha os frutos disso.
Assim como os jogadores se fortalecerão com isso, nós também iremos. Perdemos essa, mas eu tenho a certeza de que esse campeonato trouxe inúmeras lições para que o nosso povo vença a maior de todas as batalhas: as urnas!
Reinvente-se!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Uma coisa não tem nada a ver com a outra!

Gastos abusivos para a realização da Copa do Mundo, atrasos nas obras, descaso com o dinheiro público, denúncias de corrupção e uma infinidade de absurdos que está levando o povo brasileiro ao limite de sua paciência e dignidade. Isso é uma coisa.
Realizar a Copa das Copas, receber o turista com maestria, mostrar ao mundo o potencial do nosso país, cantar o hino com raça e colocar o coração no jogo junto com a nossa seleção. Isso é outra coisa.
E nós, brasileiros, estamos provando que compreendemos o significado dessa frase que ao longo da vida ouvimos muitas vezes: uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Não é porque nossos políticos nos envergonharam com suas gestões incompetentes e corruptas que vamos envergonhar o nosso país diante do mundo todo. Da mesma forma, não é porque o Brasil organizou um belo evento e pode até conquistar o heptacampeonato que esqueceremos da nossa responsabilidade nas urnas.
Repudiar a Copa do Mundo e torcer a favor de um vexame mundial é irresponsabilidade. Abusar do entusiasmo e não protestar nas urnas votando certo, também é irresponsabilidade. Maturidade é fazer o que é certo na hora certa!
E trazendo isso para o nosso cotidiano, precisamos evoluir e conquistar essa maturidade: uma coisa não tema nada a ver com a outra.
A crise financeira mundial, a concorrência desleal, a falta de mão de obra qualificada, os impostos abusivos, enfim, todos esses fatores externos que nos cercam e impedem a conquista dos nossos objetivos. Isso é uma coisa.
Compreender que esses sabotadores existem, você gostando ou não, parar de reclamar e agir. Isso é outra coisa. Se você não pode mudar o exterior, mude o interior. O interior você domina, o exterior, não.
Não é porque a empresa não te valoriza que você vai sujar o seu currículo entregando um trabalho mediano. Trabalhar por uma empresa é uma coisa, trabalhar pela sua carreira é outra.
A vida é de quem assume a responsabilidade e faz o que é certo. E enfatizando mais uma vez o título desse artigo: uma coisa são os seus sonhos, outra coisa é o seu comprometimento com as suas ações hoje.
Sucesso sempre!
Alexandre Prates

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Aprenda a conquistar as suas metas

A minha grande missão como coach é contribuir para que as pessoas consigam manter o foco necessário para alcançar os seus objetivos na carreira e na vida. Independentemente de aonde você quer chegar, uma coisa é certa: o foco é o único caminho para manter-se firme na conquista das suas metas.

É preciso exercer o foco o tempo todo. Eu, por exemplo, sempre que vou a Niterói visitar a família da minha esposa, realizo uma atividade: correr do início da praia de Icaraí ao pé do Museu de Arte Contemporânea. Após um período de sedentarismo, retomei a prática e, numa manhã de sábado, lá estava eu, no começo do percurso, olhando o museu ao longe. Meu pensamento era: “Acho que não vou conseguir chegar lá...”. Algo no meu interior me dizia que a meta estava longe de ser alcançada e, por alguns instantes, conformei-me em chegar o mais perto possível.

Mas, como coach, não posso permitir que o meu jogo interior comande as minhas decisões dessa forma. Foi então que comecei uma luta interna, eu comigo mesmo, jogo interior x jogo exterior, para driblar o pensamento conformista.

Não existe negociação nessa hora, o jogo interior sempre vence. É preciso começar, dar o primeiro passo e lutar com o seu sistema o tempo todo. Vou dividir com vocês o que me ajudou naquele momento e espero que contribua com a sua caminhada de alguma forma.

1 - Não pense na meta, foque no próximo passo: eu parei de olhar para o Museu e mirei na próxima referência (o ponto de ônibus, a barraca de coco, a próxima curva...) e a cada nova etapa conquistada, a meta se aproximava. Então, eu ia pouco a pouco provando para o meu jogo interior que eu estava preparado.

2 - Esqueça o esforço, divirta-se no caminho: quanto mais eu pensava na dor que sentia na minha panturrilha, mais ela doía. Quanto mais eu olhava o cronômetro, menos o tempo passava. Quanto mais eu pensava no meu cansaço, mais cansado eu ficava. Então, parei de me preocupar com o demasiado esforço que estava fazendo e decidi olhar a paisagem, as pessoas, o mar, curtir a minha música, enfim, decidi me divertir. Sem diversão, não há foco.

3 - E o mais importante, jamais se contente com a meta alcançada: quando finalmente eu cheguei ao museu, parei por alguns segundos, olhei ao meu redor e o que fiz? Voltei! Foi então que percebi que o museu não importava tanto, tinha algo além, que me motivava a fazer aquele percurso. E mais, me dava energia para, da próxima vez, ir além do museu. Logo, o museu deixou de ser o alvo e agora eu quero chegar até o Forte de Gragoatá. E quando eu chegar lá, vou querer mais. E o que nos move para ir além? Eu garanto: não são as metas, mas sim aquilo que está além das metas, o seu propósito. Correr uma maratona, ganhar dinheiro e perder peso são metas, mas a pergunta que se faz necessária é: “Por que vale a pena alcançar essa meta?”. E a resposta é o combustível fundamental para garantir que você irá além (ou não).

No entanto, é preciso que o seu propósito esteja claro e, fundamentalmente, que a sua conquista dependa apenas de você. Quando alguém busca algo porque deseja reconhecimento, fama ou prestígio, corre o sério risco de se frustrar, pois está depositando a sua realização em fatores externos. E se eu não for reconhecido? E se a fama não vier? Tudo acabou? Nada mais vale a pena?

É preciso que o seu propósito dependa apenas de você. Portanto, perder peso para ter o corpo igual ao do outro, para receber elogios ou para impressionar alguém não depende você. Por sua vez, ter qualidade de vida e uma vida mais saudável, isso sim depende de você. O que vier além disso é consequência. E eu posso garantir: com o propósito claro e o foco naquilo que precisa ser feito hoje, o reconhecimento será inevitável.

Na vida, precisamos deixar um legado. Qual será o seu? Como você deseja ser lembrado? Como alguém que quase conseguiu? Como alguém que conseguiu, mas não foi além ou como aquele que jamais deixou de evoluir e conquistar os seus objetivos?

Pense nisso e vá além!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O poder do HOJE

Se tem algo que me incomoda profundamente é aquela velha frase que acompanha os brasileiros todos os anos após o carnaval: “Enfim, começou o ano!”. Essa frase, por mais inocente que possa parecer, retrata um comportamento perigoso - o velho hábito de deixar para depois. E o carnaval se apresenta como um desculpa para validar essa postergação. 

Com o coaching eu aprendi que o melhor dia para começar a mudar algo em sua vida não é na segunda-feira e sim, hoje. Tanto que, ao final de uma sessão de coaching, gosto de encorajar as pessoas a dar o primeiro passo imediatamente. Deixe-me explicar o motivo. 

Em diversos momentos da vida, naturalmente, vamos criando a nossa zona de conforto. Todos temos as nossas. O nosso sistema de crenças, ou como dizemos no coaching, o nosso jogo interior, tem a missão de nos proteger e para isso, faz o possível para nos manter na zona de conforto, afinal, ali não se apresentam perigos, a segurança impera soberana. 

Dessa forma, só existe uma maneira de mudar um hábito: desafiando o nosso sistema. E como podemos fazer isso? Simples, dando o primeiro passo imediatamente! Explico. 

Se você está uma pessoa sedentária e precisa melhorar a sua saúde, experimente iniciar uma caminhada de 30 minutos HOJE. Pode apostar, milhares de desculpas se apresentarão, mas faça um esforço, coloque um tênis e vá, depois você negocia com a sua preguiça. Nessa hora, você estará dando um recado para o seu jogo interior: eu decidi mudar! Dentro de alguns dias, a sua zona de conforto mudou. Ao invés de estar completamente sedentário, agora você é uma pessoa que caminha 3 vezes por semana. E depois? Simples, proponha um novo desafio. Somente assim, o seu sistema ampliará o filtro de proteção, permitindo que você mude os seus hábitos gradativamente. 

E isso serve para qualquer área da vida. Toda mudança causa desconforto, é normal. E quanto mais você pensar na mudança, mais difícil lhe parecerá. Quando você age e dá o primeiro passo, verá que não deixou de ser difícil, mas tornou-se possível. 

Amigos, nós sempre encontraremos desculpas para não realizarmos uma mudança em nossa vida, sempre! Ora será o carnaval, a “segunda-feira”, o início do próximo ano, enfim. Mas eu lhe desafio a dar o primeiro passo HOJE. E pode apostar, isso fará uma grande diferença na sua vida! 

Eu desejo que você comece a sua transformação HOJE! 

Um forte abraço e até semana que vem, 

Alexandre Prates

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O vendedor e o coaching - uma relação de prosperidade

Completo em 2013 quinze anos de experiência em vendas. Da minha primeira oportunidade, aos 17 anos, até hoje - onde desenvolvo equipes de vendas - muitas situações se apresentaram para a minha constante evolução. 


Em meio a isso ingressei na área de coaching e, desde então, tornou-se uma obsessão para mim unir as duas áreas - Coaching e Vendas. 

A minha trajetória me possibilitou aprender muito mais do que ensinei ao longo da carreira como Coach, pelo simples fato de poder transitar por diferentes ambientes e conhecer pessoas incríveis durante esse período. Convivi com altos executivos, grandes empresários, profissionais competentes tecnicamente, pessoas com um enorme tato para relacionamentos, enfim, sou grato por ter compartilhado de todo esse acervo de talentos. 

De todos os ensinamentos obtidos, uma lição mudou a minha ótica sobre vendas: vender é simples! Assim como ser feliz e conquistar uma vida plena também é simples. Acredite, nós complicamos as coisas. 

O ser humano é movido por seus valores. O que é importante para você? Do que você não abre mão na sua vida? O que te motiva? A resposta para essas perguntas é a essência daquilo que te faz feliz, os seus valores. 

A questão é que ao longo da nossa jornada, por diversas vezes, abrimos mão dos nossos valores e escolhemos viver por prazeres sensoriais, que nos trazem uma sensação de bem-estar a curto prazo, no entanto, nos tiram daquilo que realmente temos que fazer para garantir o futuro que desejamos e que nos completará. Quantas vezes você abriu mão de algo importante na sua vida em prol de escolhas equivocadas? 

O que eu quero enfatizar com isso, amigos, é que a vida que temos hoje é resultado de nossas escolhas. E alcançar o sucesso em vendas também é! 

Portanto, permita-me compartilhar com vocês um dos temas-chave do Coaching em Vendas: escolhas. Acredito que servirá para você repensar a sua atuação e projetar um novo comportamento. 

1. Escolha SER vendedor e não ESTAR vendedor: a primeira e fundamental escolha para o sucesso em vendas é assumir o seu papel e orgulhar-se disso. Vendas é uma área com altíssima demanda e grandes oportunidades de remuneração. Vendas é o coração de toda organização. Não por acaso os maiores investimentos de uma empresa são direcionados para esta área. Os melhores vendedores que conheço orgulham-se da profissão e sabem o que podem conquistar se empenharem todo o seu potencial. 

2. Escolha ser um expert em relacionamento: estamos vivendo um momento do mercado onde o consumidor esta buscando, cada vez mais, a comodidade nas relações comerciais. E comodidade nada mais é do acertar da primeira vez. Comodidade é receber, no mínimo, o que foi prometido e principalmente, sentir-se especial nesse contexto. Quando um consumidor encontra um vendedor que lhe entregue isso, jamais se arriscará buscando novas opções, afinal, nós adoramos conforto. 

3. Escolha proporcionar experiências para o seu cliente: consciente ou inconscientemente, o que buscamos como consumidores é uma experiência agradável no momento em que decidimos comprar algo. E isso é simples, basta ter em mente que o cliente que está a sua frente não quer comprar o seu produto ou serviço, e sim, atender os seus valores - ele quer aquilo que o seu produto ou serviço pode lhe proporcionar. Portanto, valorize o momento com o seu cliente e venda aquilo que é valor para ele. E como você consegue isso? Observando, perguntando e principalmente, se importando com ele. Na maioria das vezes, basta um sorriso, um atendimento cordial, uma atenção especial aquele cliente. Agora, se você deseja encantá-lo, proporcione um "algo a mais". A experiência vem da surpresa, do inesperado e fortalece as relações. 

4. Escolha deixar um legado: não existe nada melhor em nossa carreira do que deixar saudades e ser lembrado pela mensagem que deixamos, e pelo exemplo que motivou as pessoas a nos seguirem. Como você quer ser lembrado? Defina isso e construa o seu maior patrimônio, a sua reputação. 

5. Escolha ter ambição: o que você quer conquistar em sua vida e carreira? O seu desempenho será proporcional ao tamanho dos seus objetivos. Uma pessoa ambiciosa tem esse desejo incondicional de ir além, de melhorar constantemente e de desafiar-se com frequência. É isso que move o mundo, as empresas e os profissionais. Entenda, não importa o tamanho da sua ambição, o importante é ter uma e focar o seu alcance. 

Escolhas, amigos. São elas que diferem os profissionais de sucesso e as pessoas bem sucedidas e felizes. Não podemos apagar as consequências de uma escolha equivocada, mas a boa noticia é que podemos escolher sempre. 

E como diria o grande Thedy Correa, vocalista da banda Nenhum de Nós, em uma de suas mais belas canções: "Amanhã ou depois, tanto faz, se depois for nunca mais!" 

Um forte abraço e até semana que vem, 

Alexandre Prates

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O Coaching como ferramenta dos vendedores de sucesso


Apesar de altamente eficaz e aplicado em milhares de profissionais do mundo inteiro, o Coaching ainda é desconhecido ou mal interpretado por muita gente. O que é, para que serve, a quem se destina, são perguntas que ouvimos diariamente em nosso Instituto. O Coaching é um processo de aprimoramento que pode ser contratado por pessoas e empresas, enfim, por todos que possuem um objetivo e necessitam desenvolver-se para atingi-lo.
Hoje, amigos, quero compartilhar com vocês uma ferramenta do coaching que tem produzido resultados concretos: o COACHING EM VENDAS!
Segundo a consultoria McKinsey and Company, profissionais de vendas detêm o “trabalho crucial” na melhoria de habilidades sistemáticas e no desenvolvimento de uma força de vendas. E é aí que atua o coaching, ajudando profissionais a adquirem as competências necessárias para maximizar sua performance em vendas, construindo bons resultados para as organizações.

Coaching de Habilidades de Vendas

Vender é uma alta habilidade, com alta demanda de emprego. Para se manter nessa área você tem que estar no topo. Verdadeiramente estar no topo, significa ter sucesso e uma vida equilibrada, sem stress.
O Coaching em Vendas proporciona estratégias centradas no comportamento, visando aperfeiçoar a performance do profissional através do autoconhecimento, autogestão (melhoria contínua) e um amplo conhecimento sobre o ser humano.
O Coaching em Vendas pode ajudar os profissionais e empresas a:
  • ·         Combater os problemas de estagnação da carreira;
  • ·         Reverter a queda de performance;
  • ·         Construir uma linha de vendas o baseada em:

                - Treinar sua equipe para desenvolver competências individuais excepcionais de vendas;
                - Planejamento para alcançar resultados positivos;
                - Busca da melhoria contínua que leva a uma mudança positiva;
                - Evitar armadilhas e obstáculos que minem os esforços e as metas de venda;
                - Reconhecer e encorajar comportamentos específicos que se correlacionam com êxito                              global, ao invés de se basear apenas em quotas para medir a performance;
                - Utilizar ferramentas de planejamento para medir o retorno das ações.

Ser um Vendedor Coach requer comportamentos de alta performance, portanto você aprenderá técnicas para:
  • ·         Esclarecer os objetivos de vendas em metas gerenciáveis e realistas.
  • ·         Refinar as estratégias existentes e/ou criar novas estratégias.
  • ·         Desenvolver novas aptidões de vendas.
  • ·         Eliminar barreiras irreais que possam prejudicar seu sucesso.
  • ·         Priorizar as atividades que geram receita.
  • ·         Eliminar a procrastinação.
  • ·         Aprender os segredos de uma boa relação de confiança e comunicação.

Caso queiram saber mais, no post da semana que vem irei abordar o assunto de forma mais abrangente, não deixem de ler. 
Em março teremos um curso de Coaching em vendas em Goiânia. Para mais informações, acessem o site http://www.institutoca.com.br/eventos/goiania/coaching-em-vendas-goiania-go/ ou pelo telefone (62) 3086-3998.

Um forte abraço e até semana que vem,
Alexandre Prates

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Não culpe o tempo!

A frase mais comum que ouço em minhas sessões de coaching é “Não tenho tempo para nada!” Uma frase típica de executivos que possuem grandes atribuições e também de muitas pessoas não têm tantas atribuições assim. Por outro lado, conheço profissionais que mesmo com suas enormes atribuições diárias, viagens, mestrados, família etc, ainda conseguem tempo para malhar, escrever, relaxar, dedicar um tempo para os filhos, enfim, conseguem viver com qualidade.

Qual a diferença?

O dia tem 24 horas para todo mundo, a diferença é a maneira como vivemos estas 24 horas. Pessoas de sucesso, digo sucesso pessoal e profissional, conseguem não só planejar o seu tempo, como também se disciplinar para seguir o que foi planejado. Isso mesmo, para usar melhor nosso tempo, precisamos de planejamento e disciplina.

O tempo como estratégia

Um líder não pode investir o seu precioso tempo somente em questões burocráticas e operacionais. As organizações precisam ser ágeis e dinâmicas para competir em um mercado cada vez mais competitivo. Portanto, o líder deve investir o seu tempo na estratégia, na motivação das pessoas, na retenção de talentos, na inovação e para isso precisará desenvolver a sua equipe constantemente para que possa delegar e, dessa forma, expandir a sua atuação.

Não apenas os líderes, mas todo profissional deve compreender que o seu tempo deve ser investido em ações que tragam resultados e a cada dia fugir das distrações que o impedem de ser produtivo.

Que tal refletir um pouco sobre o seu tempo?
Independente da sua ocupação, dois pontos precisam ser avaliados:

1. Ponto Produtivo: É fundamental compreender o que verdadeiramente produz resultados em sua profissão. Muitas pessoas desperdiçam o tempo com ações pouco valorosas e que no final das contas, tomam o seu tempo e não garantem resultados efetivos. Um vendedor precisa visitar clientes, realizar pós-venda, analisar o mercado, ampliar as suas competências, enfim, ações que geram resultados efetivos. Se o vendedor não estiver dedicando o seu tempo nessas ações, não está sendo produtivo.

Encontre o seu ponto produtivo: Onde você é mais produtivo? Quais atividades geram resultados efetivos? O que efetivamente precisa ser feito? O que eu não posso deixar para depois?

Dica: Um ponto produtivo que não é realizado na hora certa torna-se uma urgência e são as urgências que não nos permite alcançar grandes resultados na vida e na carreira.

2. Sabotadores: Um sabotador é aquilo que prejudica a execução do que realmente precisa ser feito. É muito comum a gestão do tempo morrer no planejamento, pois geralmente nos sabotamos quando temos que delegar ou abdicar de algumas atividades que não são importantes, mas que proporcionam prazer e conforto. Muitas pessoas encontram muitas justificativas da sua improdutividade nos sabotadores e, geralmente, culpam as circunstâncias e não a sua falta de disciplina.

Encontre os seus sabotadores: O que prejudica o seu tempo? O que é mais gostoso de fazer, que não gera muitos resultados, mas lhe tira do que é preciso fazer? Como eliminar ou minimizar esses sabotadores?

Dica: Todo sabotador tem a tendência de se transformar em hábito, tornando-se cada vez mais difícil de ser eliminado. Cuidado com os seus hábitos improdutivos!
Amigos, não culpe o tempo pela sua improdutividade na vida pessoal ou profissional, e sim, avalie o que você tem feito com o tempo que tem. Quando um líder reclama por estar sobrecarregado, eu o faço analisar alguns pontos: Quanto tempo você tem dedicado para desenvolver as pessoas da sua equipe? Quanto do seu tempo é investido para delegar tarefas? Quanto tempo você designa para participar as pessoas da resolução dos problemas? Se você não investe tempo preparando as pessoas, a consequência é simples: sobrará tudo para você resolver!

Para ganhar tempo é preciso investir tempo! Invista alguns minutos para se planejar e você ganhará tempo. Invista algumas horas para desenvolver a sua equipe e você ganhará muito tempo! E mais importante do que o planejamento é a disciplina para fazer o que realmente precisa ser feito!

Lembre-se, o tempo é o seu maior patrimônio!

Um forte abraço e até semana que vem,

Alexandre Prates

terça-feira, 25 de setembro de 2012

O coaching formando líderes estratégicos – Parte II

Frequentemente ouço uma mesma pergunta: “Alexandre, o que é necessário para tornar-se um líder estratégico?”. É fato que eu poderia escrever um livro sobre isso, mas uma resposta resume bem o caminho para construir uma liderança menos operacional: “quanto mais tempo o líder dedicar-se ao desenvolvimento de sua equipe, mais tempo lhe sobrará para investir em atividades estratégicas”. 

Não tem segredo, tem muito trabalho. Em qualquer área da vida é assim, para ganhar temos que investir. Portanto, quer ganhar tempo, invista tempo para preparar as pessoas. 

Com o coaching eu aprendi o que é verdadeiramente desenvolver pessoas. A grande missão de um coach é prepará-las para a autogestão, ou seja, a capacidade de gerir as suas próprias emoções, atitudes e comportamentos, para que tomem decisões de maneira assertiva e congruente. E como um líder pode proporcionar isso para a sua equipe? 

É preciso se atentar a dois pontos: o desenvolvimento da capacidade de julgamento e tomada de decisão das pessoas. Competências técnicas são importantes, mas isso você compra, ensina. Muitas empresas gastam milhões treinando as pessoas para serem os profissionais mais eficientes do mundo, mas não as preparam para julgar e tomar decisão. Eu posso treinar meu guarda na portaria da forma mais eficiente possível, mas se ele não tem condições de julgar e tomar decisões corretas, a eficiência operacional não valerá nada. Eu o ensinei a como falar bom dia, como acionar o relógio, etc., mas ele breca o presidente da empresa ou não atende um cliente com urgência... O que é isto? Julgamento e tomada de decisão. 

E como fazer isso? 

Simples, converse com as pessoas! Participe-as das tomadas de decisão, resolva os problemas conjuntamente, desafie o seu time a olhar para as situações e enxergar no meio do nevoeiro alguns caminhos, conectar as causas e as consequências: isso aqui está acontecendo por causa disso. Se eu fizer isto, acontecerá aquilo. Para tornar-se um líder estratégico você precisará de gente capaz de raciocinar. 

Se você, líder, não preparar as pessoas para encarar as mais diversas situações do cotidiano, nunca conquistará profissionais que possuam a capacidade de decidir. A capacidade de decisão necessita de coragem e preparo para acontecer. Ousadia é fundamental, mas ousadia sem preparo é inconsequência. As organizações do futuro tendem a inserir cada vez mais os colaboradores das decisões, portanto as pessoas devem adquirir o comportamento de analisar os cenários constantemente para que as decisões possam ser tomadas com a velocidade e assertividade que o mercado necessita. 

Portanto, a dica essencial para tornar-se um líder mais estratégico é simples: crie uma equipe estratégica!

Um grande abraço e até semana que vem!

Alexandre Prates

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O coaching formando líderes estratégicos – Parte I


A empresa é diferente, mas geralmente ouço a mesma frase ao iniciar um processo de Coaching Executivo: “Alexandre, preciso de líderes mais estratégicos e menos operacionais!”. Essa tem sido uma das minhas grandes missões nas organizações e aprendi, na prática, que a solução é mais simples do que parece. Simples, mas não fácil, portanto trataremos do assunto em dois artigos. 


Assim como as empresas querem líderes mais estratégicos, os líderes por sua vez, querem uma equipe que focalize mais soluções ao invés de problemas. Portanto, no primeiro artigo, vamos falar sobre o líder que ensina a sua equipe a resolver problemas. E o coaching pode ser uma excelente ferramenta para mudar o foco da sua equipe e tornar menos tortuosa a forma de se encarar esses problemas. 

Quando converso com líderes sobre esse tema, muitos me dizem: “Alexandre, eu sei resolver problemas, faço isso todos os dias e nunca precisei de metodologia para isso!”. A minha resposta é: “Você pode ter a sua metodologia, mas você sabe ensiná-la para as pessoas?” É isso que estou propondo aqui, uma metodologia que pode ser ensinada para os seus colaboradores. Não tenho a pretensão de ensinar os líderes a resolverem problemas, e sim, que o líder os resolva com o seu time, desenvolvendo uma equipe estratégica. 

Invista parte do seu tempo resolvendo problemas com as pessoas e logo não precisarão de você para resolvê-los. Este é o caminho para tornar-se um líder mais estratégico! 

Para isso, vamos aprender alguns ensinamentos lógicos e simples: 

1. “Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou.” (Albert Einstein): 

Fato: nós nunca resolveremos um problema pensando nele, e sim, focando em sua solução. Portanto, a primeira etapa para se resolver um problema é perguntar: “o que nós queremos ao invés disso?” Isso remeterá a sua equipe a pensar no que realmente importa, a solução. 

2. Nenhum problema é tão grande que não pode ser resolvido em pequenas partes gerenciáveis: 

Estamos acostumados a enxergar o problema como ele se apresenta. Logo, o “monstro” parece muito maior do que realmente é. Mais uma vez, não foque no problema, busque identificar suas causas e as soluções desejadas para cada uma delas. Pergunte: “o que está gerando este problema?”. 

3. Não procure os culpados, e sim, quem pode resolver: 

Procurar os culpados no momento de se resolver um problema é gerar um estado emocional inapropriado, criando assim um novo problema. Delegue as soluções para quem puder ajudar, resolva o problema e posteriormente corrija as arestas. Não deixe de conversar com os responsáveis, mas faça isso na hora certa. 

4. Compartilhe a resolução do problema: 

Dessa forma, você desenvolve o seu time e permite que as pessoas aprendam, cresçam e repitam o comportamento positivo sempre que necessário. 

5. Certifique-se de que o problema foi solucionado: 

Essa é uma das lições do coaching que me encanta. Um problema só pode ser considerado resolvido, se pudermos garantir que não acontecerá novamente. Acompanhe a resolução do problema e crie evidências para essa resolução. 

Resumindo, para resolver um problema bastam cinco questionamentos que você, líder, deve ensinar para o seu time: 

1. Qual é o problema? 
2. Qual é a solução que desejamos? 
3. Quais são as causas? Como podemos solucioná-las? 
4. Quem é o responsável por cada etapa? 
5. Como podemos garantir que o mesmo não ocorrerá novamente? 

No próximo artigo falaremos sobre o líder que desenvolve pessoas. E eu desejo que você torne-se um líder cada vez mais estratégico!

Um grande abraço e até semana que vem,

Alexandre Prates

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Matéria publicada em "O Estado de Minas" !

Aproveito a oportunidade para trazer até vocês uma matéria interessante, com a minha participação, publicada no Caderno de Empregos do jornal "O Estado de Minas".

Clique nas imagens para ler a matéria:


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O líder e o coaching – quebrando os mitos - parte 2

Amigos, na semana passada comecei a dar algumas dicas para o líder que precisa aplicar o coaching em sua equipe de maneira sutil, mas eficiente. Conforme prometido, aqui vão mais três dicas. Recebi algumas perguntas através das Redes Sociais e procurei respondê-las no decorrer do texto:

2. Olhe para os pontos fortes: A palavra “potencializar” também nos remete a outro aprendizado. Invista naquilo que as pessoas têm de melhor. Uma pessoa quando consegue no dia a dia colocar em ação as suas melhores habilidades, naturalmente alcança o seu melhor desempenho. Perdemos muito tempo tentando corrigir as pessoas e, por vezes, nos esquecemos de valorizar aquilo que realmente as destaca. Corrigir um ponto fraco é necessário, mas focar muito tempo nisso, abafa o potencial.

Dica: Fique atento às cobranças que tem feito a sua equipe. Se você está cobrando uma pessoa repetidamente pela ineficiência em uma tarefa, analise:

  • A pessoa está no lugar certo, ou seja, ela pode colocar em prática o que ela tem de melhor? Se a resposta for não, tome uma decisão: coloque-a no lugar certo; faça valer a pena ou demita-a. 
  • A pessoa sabe fazer? Dedique um tempo de qualidade para o seu desenvolvimento. Muitos profissionais não colocam o seu melhor em jogo, por não saber como fazer. Entenda, o obvio não é obvio para todo mundo. 

3. Tenha conversas construtivas: A essência do coaching é a comunicação. Quando o líder compreende que uma conversa pode ser um campo fértil para a construção de competências, consegue obter grandes resultados da sua equipe. Uma conversa construtiva é aquela que mobiliza a pessoa ação, motivando-a a colocar um novo comportamento em prática ou até mesmo a repetir um comportamento de sucesso.

Dica: Siga algumas regras para uma conversa construtiva:

  • Naturalidade: Não se preocupe com técnicas, seja você mesmo. Na maioria das vezes, o problema não está na maneira de se comunicar e sim, na falta da comunicação. 
  • Foco na ação: O que é preciso desenvolver para fazer diferente? Como podemos evoluir esse comportamento? O que é preciso desenvolver para ir além? 
  • Tenha conversas difíceis: muitas vezes deixamos algumas conversas para depois por acreditar que serão constrangedoras, árduas, insolúveis. Mas acredite, não ter essas conversas não facilitará as coisas. Quanto mais postergarmos, mais difíceis se tornarão. 

4. Faça as pessoas assumirem a responsabilidade: Existe um princípio no coaching que enfatiza bem essa questão: “nós somos os únicos responsáveis pela conquista dos nossos objetivos”. As pessoas, embora acreditem nisso, tem grande dificuldade em colocar isso em prática. É muito mais fácil terceirizar. Um colaborador chega para você e diz: “Temos um problema, o que devo fazer?”. Um líder que neste momento oferece a resposta “gratuitamente” não permite às pessoas assumir a responsabilidade, pois ao dar a resposta, caso algo dê errado, a culpa é sua.

Dica: ao ser apresentado a um problema, questione: “O que você acredita que podemos fazer para solucionar o problema?”. E deixe uma coisa bem clara: “Faça o que tem que ser feito, estou aqui para lhe ajudar!”. Uma dica importante - ao dar autonomia para que uma pessoa assuma a responsabilidade, permita o erro, caso contrário, você criará um senso de punição nas pessoas e isso as desencoraja.

Enfim amigos, o coaching é mais fácil do que parece. É um modelo de ação estruturado que se resume em potencializar as pessoas para resultados extraordinários.

Espero que tenham aproveitado as dicas e, com elas, tenham ainda mais resultados com sua equipe. Mais uma vez, se tiverem alguma dúvida ou opinião, acessem meu FACEBOOK ou TWITTER  e terei o maior prazer em respondê-los!

Um grande abraço e até semana que vem!

Alexandre Prates

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O líder e o coaching – quebrando os mitos

"Um líder pode realizar processos de coaching com os seus colaboradores?” Essa é a pergunta que geralmente ouço em meus treinamentos e palestras sobre liderança. E gosto de responder de maneira bem simples: não!

Calma, deixe-me explicar o não. Quando falamos em um processo de coaching formal, um Coach irá adentrar em diversos aspectos. Já um líder, por melhor a relação que ele tenha com sua equipe, dificilmente conseguirá o real envolvimento dos seus colaboradores pois, muitas vezes, o inibidor de resultados das pessoas pode transitar por elementos que o constrangerão a expor da mesma maneira que ele faria com um Coach externo.

Isso não quer dizer que um líder não possa aplicar o coaching em suas equipes. A afirmação acima apenas esclarece que um líder não conquistará resultados tentando praticar o coaching formal, mas pode conhecer o processo de coaching para aplicá-lo de maneira informal, ou seja, não é necessário dizer que está fazendo coaching, apenas faça!

Sei que nesse momento muitas dúvidas se apresentam, e isso é muito bom! Mas fiquem tranquilos, não vou deixá-los com todas elas. Vamos compreender algumas premissas do coaching e como colocá-las em prática no seu cotidiano como líder.

Por isso, essa semana faremos diferente: como tenho muitas dicas para compartilhar com vocês, vou dividi-las em duas partes, a primeira hoje e a segunda em minha postagem da semana que vem! Portanto, lá vai a primeira:

1. Compreenda o verdadeiro conceito do coaching: Coaching é uma metodologia de desenvolvimento humano que visa potencializar as pessoas. A palavra “potencializar” tem uma força enorme nesse contexto. Ela nos faz compreender que independente dos resultados conquistados por uma pessoa, ela pode ir além. Portanto, o coaching não serve apenas para corrigir comportamentos, e sim, para ajudar a pessoa a extrair o melhor dela todos os dias.

Dica: A chave do processo é desafio. Não permita que as pessoas entrem na zona de conforto, pode ser irreversível.


Essa foi apenas uma dica! Semana que vem teremos mais três! Se tiverem alguma dúvida, acessem meu FACEBOOK ou TWITTER e esclareço na próxima postagem!

Um grande abraço e até semana que vem,

Alexandre Prates
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