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terça-feira, 4 de novembro de 2014

2015 não será diferente!

E porque 2015 seria diferente? Por que você realmente deseja alguma coisa? Por que está descontente com algum aspecto da sua vida? Ou porque está cansado de uma situação e quer resolver isso de uma vez por todas? Esqueça, isso não mudará o seu ano, muito menos a sua vida. Cansaço, descontentamento, incômodo são sentimentos fundamentais para provocar uma mudança em nossas vidas, desde que você faça alguma coisa com isso.
 
Assim como você, eu sempre quis (e continuo querendo) muitas coisas na minha vida. Muitos desses desejos eu realizei, muitos esqueci pelo caminho, outros me cobram o preço até hoje. Ao longo da minha vida, aprendi a ser mais realizador e nesses anos dedicados ao coaching, tive a oportunidade de conviver com pessoas incrivelmente empreendedoras. Empreendedoras na essência da palavra, a capacidade de transformar sonhos e ações em resultados.
Isso me possibilitou encontrar algumas características em comum nas pessoas mais realizadoras que conheci em minha carreira. De todas as características, duas sempre me chamaram a atenção. A primeira é INSPIRAÇÃO.
Pessoas realizadoras são inspiradas e buscam constantemente novas fontes de inspiração, pois sabem que o mundo exterior é um campo vasto de experiências que enriquecem o nosso mundo interior. O ser humano é movido por inspiração, mas muitos insistem em viver apenas pela necessidade e jamais comemorarão grandes feitos.
A inspiração vem antes da motivação, ou melhor, a inspiração é motivo para uma ação engajada, apaixonada, impactante. O que te inspira? Sua família? Conquistar uma vida mais confortável? Ganhar muito dinheiro? Ser o número 1 no se segmento? Excelentes inspirações, mas se isso o inspira, porque ainda assim você não faz o que precisa ser feito?
Eis então que lhes apresento a segunda característica: PROVOCAÇÃO. A provocação é o combustível da inspiração, uma precisa da outra para gerar grandes frutos. A inspiração te motiva, mas a provocação tira o sono, faz a cabeça ferver, frustra. Isso mesmo, frustra por ainda não ter alcançado o que tanto deseja. A provocação não te permite recuar, pois desperta um sentimento que ninguém escapa, a vaidade. E não adianta dizer que você não é vaidoso, todos somos, independente de como ela se manifesta. Não entenda a vaidade apenas como algo fútil, pois não é. A vaidade é o desejo se sentir-se bem consigo mesmo, de encher-se de orgulho por ter conquistado algo importante, de ter chegado lá. É bom, é necessário, mas como tudo na vida, os extremos devem ser controlados.
A provocação é o que nos faz ter o intenso desejo de ir além. Sem provocação, a inspiração não tem a força necessária para sair do campo dos desejos. O problema é que a nossa sociedade insiste em nos deixar na zona de conforto o tempo todo, pois fomos educados na onda do politicamente correto, onde dizer a verdade nem sempre é visto com bons olhos.
Reflita comigo: você é casado e ano após ano tem engordado significativamente. A sua esposa, para não lhe frustrar, insiste em dizer que você está bem, que ela gosta de você mesmo assim. É mentira! Você está gordo! Ela gostaria que você se cuidasse mais. Mas, como ela não lhe diz isso com a clareza necessária, a mudança não se faz necessária. Concorda?
Outro exemplo: você não está dando certo em trabalho algum e insiste em culpar todas as empresas por onde passa. Os seus pais, para não lhe magoar, passam a mão na sua cabeça e continuam custeando as suas necessidades. Ao passo que deveriam dizer que a responsabilidade é sua e que a partir de agora, terá que viver somente com os frutos do seu trabalho. Como não fazem isso, você suporta muito pouco os desafios do mercado.
Exemplos diferentes, mas algo em comum. Se a esposa ou os pais dissessem a verdade e fossem acertadamente críticos, possivelmente teríamos um conflito, pois, ao invés de agradecer a provocação, encaramos como um insulto. Então, vivemos uma realidade camuflada, que resultará em uma frustração acumulada cada vez mais difícil de superar.
Portanto, coloque uma pitada de provocação nos seus desejos e inspirações. Somente dessa forma você poderá iniciar uma nova etapa com o incômodo necessário para entrar em ação.
Talvez assim e somente assim, 2015 possa ser diferente
Um grande abraço e sucesso!

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Quando dizer "não" aumenta a sua credibilidade?


Você dedica um tempo incrível para estruturar um trabalho: pesquisa, discute, estuda, debruça horas sobre o projeto e, com um grande sentimento de dever cumprido, olha para o material finalizado, cheio de orgulho. Ao apresenta-lo para o seu chefe (ou cliente) que, após um olhar rápido, impreciso, sem o completo embasamento necessário, desqualifica o projeto e pede, levando em conta a sua visão equivocada, para que mesmo seja reformulado. Com o coração acelerado, a garganta seca, a cabeça fervendo, você está diante de três diferentes cenários:

1º) Dizer “sim” e admitir que estava errado;

2º) Dizer “sim” e descobrir que estava certo”;

3º) Dizer “não” e assumir os riscos.

Cenário exposto, corda no pescoço, o questionamento é inevitável - qual decisão tomar? Nesse momento, somente essas duas palavras resolvem a situação: sim ou não.

O “sim” se apresenta mais fácil, menos arriscado, com menor responsabilidade, menos dor de cabeça, menos discussões, bastando um simples: “Sim, vou mudar o projeto!”. Mas não se engane, não é tão simples assim. Antes de dizer um “sim”, você precisa se perguntar: mudar o projeto realmente é a melhor opção? A visão apresentada é coerente? Se a ideia for melhor, mesmo que diferente da sua, o melhor a fazer é deixar o ego de lado e aceitar. Afinal, a teimosia só é válida quando o resultado dela é positivo. Agora, se a opinião alheia for equivocada, conforme exemplo acima, dizer um “sim” também é prejudicial, pois, diante do resultado negativo, não adianta dizer: “eu avisei!”, pois você ouvirá: “foi você que não me convenceu. Aprenda a vender melhor as suas ideias!”.

É por isso que você precisa ter a coragem de dizer “não!”. Um “não” repleto de embasamento é bonito de ver. Demonstra confiança e te enriquece de credibilidade. Se você está certo do que está fazendo, diga “não”, mas complemente com uma frase mágica: “confie em mim!“. Amigo, poucos profissionais tem essa coragem de trazer a responsabilidade para si e por um motivo muito simples: falta de embasamento!

A cada dia vejo ideias apresentadas de maneira superficial, sem envolvimento, sem aquele mergulho essencial para ver o que está além de uma simples ação proposta. Toda ação gera consequências e quem tem a capacidade de avaliar o impacto a curto, médio e longo prazo, naturalmente ouve mais “sim” do que “não” aos seus projetos.

Essa é a competência tão desejada pelas organizações: pensar global e agir local. Olhar todo o cenário e executá-lo com maestria e eficácia. E essa competência quando somada à coragem, torna um profissional imbatível.

Portanto, diga “não” quando tiver que dizer “não”. É uma questão de preparo e coragem!

Sucesso!

quarta-feira, 12 de março de 2014

As 8 premissas do Coaching por Alexandre Prates

Muitas pessoas me questionam sobre o meu trabalho como coach. O que eu faço? Como ajudo os meus clientes? O que eu ensino para eles? Perguntas aparentemente simples, mas difíceis de responder, pois o ineditismo de cada coachee torna o processo complemente particular e único.

Por isso, é impossível responder com exatidão o que eu faço, mas, se eu pudesse dizer algo para abranger o meu trabalho como coach, eu diria: eu faço as pessoas assumirem a responsabilidade! Assumir a responsabilidade por seus sonhos, metas, ações, enfim, tomar as rédeas da sua vida. Esse é o início de tudo. Explico: se eu lhe perguntar agora: o que você precisa fazer para alcançar os seus objetivos? Certamente a resposta virá! Se você deseja emagrecer 10 kg, sabe exatamente o que precisa fazer. Agora, se eu lhe questionar: por que você ainda não fez o que precisa ser feito? Você também encontrará muitas desculpas (ou explicações, se assim preferir).

O meu trabalho como coach é fazer com que as pessoas compreendam que existe uma diferença básica naqueles que conquistam e naqueles que não conquistam os objetivos: fazer ou não fazer o que é necessário.

E essa relação entre fazer e não fazer está completamente ligada às crenças que regem a vida de cada um. Então, boa parte do meu trabalho também é instalar novas crenças para que efetivamente novos comportamentos sejam instalados. Afinal, as nossas ações são provenientes do nosso pensamento.

E por acreditar nisso, sigo e ajudo as pessoas a seguirem 8 premissas que regem a minha vida e o meu processo de coaching. Vamos a elas:

1. A mesma energia empenhada para conquistar os melhores resultados da nossa vida é a mesma que deverá se manter presente para nos fortalecer em nossa caminhada.

A pessoa se prepara, dedica-se, enfrenta as adversidades, supera os desafios e chegá-la! Ao chegar, acomoda-se e não despende a mesma energia para continuar evoluindo. Os resultados não aparecem, o rendimento cai, a motivação diminui e o valor daquele profissional é questionado. Então, descobrimos que chegar lá (seja onde for) é só o primeiro passo, manter-se e evoluir é consequência dos próximos passos e da energia que você decidir empenhar nessa caminhada. Esse é o depoimento de quem já acompanhou muitas evoluções e "involuções" também!

2. A disciplina é o único atalho para o sucesso em qualquer área da vida.

As pessoas fervem de tanta consciência do que precisam fazer. Algumas entram em ação, o que já é um grande diferencial, mas que não garante o sucesso. O êxito está na capacidade de disciplinar-se rumo aos objetivos. Isso é autogestão! Jamais negocie com os sabotadores, eles geralmente ganham. Com os sabotadores só cabe a imposição! Se decidir fazer algo, faça! Os sabotadores logo abrem mão e se afastam.

3. Definir em nós a evidência do nosso sucesso é a única maneira de encontrar a verdadeira felicidade.

Um dos fatores inibidores mais críticos do sucesso é a visão equivocada do real motivo de se conquistar algo. Uma pessoa, quando busca um objetivo porque deseja FAMA, frustra-se constantemente, pois coloca as evidências de sucesso na mão do outro. Embora eu não discuta os valores que movem as pessoas, percebo que influenciam (e muito) as conquistas. Quando uma pessoa busca perder peso porque quer impressionar outras ou conquistar alguém, novamente coloca as evidências nas mãos do outro. Imagine se alguma coisa der errado, se essa pessoa começar a namorar, eu vou jogar tudo para o alto porque o objetivo pelo qual eu fazia isso acabou? Eu não preciso buscar a fama, mas posso querer ser o melhor no que faço, destacar-me das outras pessoas, conquistar resultados extraordinários... Isso depende de mim! Ser famoso é consequência. Uma pessoa pode perder peso para ganhar qualidade de vida, ter mais disposição, viver mais e melhor... Isso depende de mim! Ficar mais bonito é consequência. Quando o propósito está claro e vale o esforço, a disciplina acontece com mais naturalidade. Quando o propósito está desconfigurado, as nossas evidências são de curto prazo e os resultados não aparecem, eu me frustro e deixo de seguir em frente.

4. A responsabilidade é sempre nossa.

Ninguém é responsável pelo seu sucesso ou fracasso. Ninguém é responsável pela sua felicidade ou infelicidade. Reclamar e lamentar não vai te ajudar. Assumir a responsabilidade e fazer o seu melhor, isso sim te levará a algum lugar! A escolha é sua!

5. A pressa pode matar todos os seus objetivos.

A incapacidade de definir evidências reais e palpáveis de desenvolvimento nos remete ao imediatismo que tanto desmotiva o caminhar rumo a nossa meta. Maltratamos o corpo durante 30 anos e queremos resolver tudo em 30 dias. Ninguém emagrece 20 quilos pensando neste total, mas, sim, imaginando o que precisa fazer hoje para emagrecer 2 quilos por mês. Isso é foco! As pessoas confundem foco com meta. Meta é o que eu quero atingir, foco é o que preciso fazer hoje para alcançar a minha meta.

6. Todo ganho traz uma perda.

Por mais insatisfeitos que estejamos ou por mais que queiramos alguma coisa, temos ganhos em permanecer no estado atual e não realizar os nossos objetivos. Afinal, conquistar um objetivo requer novos comportamentos e estes, por sua vez, nos obrigam a encarar o desconhecido. E, geralmente, preferimos permanecer na zona de conforto. Queremos os ganhos, mas não suportamos as perdas. Pergunte-se: o que eu perco para atingir os meus objetivos?

7. Se você já chegou lá é porque parou de sonhar.

Nós crescemos na medida em que nos desafiamos! Essa afirmação reforça o que verdadeiramente acredito sobre as pessoas que realizam: eles decolam na vida e na carreira, pois se permitem encarar novos desafios constantemente. Renovar nossos sonhos é vital para renovar as nossas energias. As pessoas mais brilhantes que conheci na vida orgulham-se de suas conquistas, mas realizam-se querendo sempre mais.

8. Se você parou de sonhar, precisará de muito mais energia para se manter vivo.

O ser humano é movido por sonhos, desejo, propósito... quando não nos permitimos mais sonhar, nos limitamos apenas a sobreviver. E sobreviver dá muito mais trabalho.

Como eu sempre digo ao final das minhas palestras e treinamentos: não acredite em tudo o que eu digo, mas também não duvide de tudo. O meu processo de coaching foi baseado na minha experiência, não é nenhuma verdade absoluta, mas tem dado certo!

Espero que proporcionem a você o mesmo que tem proporcionado à minha vida!

Sucesso!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

O que está acontecendo com os nossos jovens profissionais?

Ao preencher o recibo de pagamento de uma corrida, o taxista me pergunta: “O senhor quer que eu faça o recibo com esse valor mesmo?”. Uma mulher corta a fila para embarcar no voo e finge estar atenta ao celular, pois ela mesma não consegue encarar a vergonha do seu ato. Em um restaurante, desses com mesas bem disputadas, um rapaz aguarda um casal pagar a conta para sentar-se à mesa. Durante um instante de distração, duas garotas tomam à frente e sentam-se, disfarçam como se não soubessem o que tinha acontecido. Ao observarem que o rapaz se afastou, elas riem da situação, pois foram mais “espertas”.

Eu poderia citar vários outros exemplos que se apresentam todos os dias diante dos nossos olhos, que demonstram claramente, mas muito claramente, que estamos vivendo uma série crise de valores. Mas é importante deixar isso bem claro: a crise não se dá pelo fato de não conhecermos os valores que regem uma sociedade, uma família, uma empresa, mas, sim, pela nossa incapacidade de viver esses valores em nossas vidas. Nos exemplos citados acima, eu posso afirmar que todos, sem exceção, sabiam o que era certo fazer. Mas cortar a fila é mais fácil; roubar a empresa (sim, isso é roubo!), solicitando um valor a mais no recibo do taxi, é mais rentável; ignorar a existência de alguém para sentar-se mais rápido à mesa é mais cômodo. Fazer o que é certo, dá trabalho.

Você pode pensar agora que são exemplos banais, que isso não interfere em nada na sociedade, mas permita-me explicar. Quando alguém corta a fila na sua frente, você fica enfurecido e, se pudesse, brigaria, xingaria e faria a pessoa repensar o que fez. Logo, o sentimento de alguém quando fazemos isso é o mesmo e, pouco a pouco, quando esses pequenos exemplos acontecem, vamos desacreditando no ser humano. Como se já não bastassem as notícias de corrupção, violência e pobreza que nos afetam diariamente, ainda somos “presenteados” com comportamentos de completo descaso com o ser humano todos os dias, em qualquer ambiente.

Face a isso, algo fica muito claro: estamos vivendo uma crise de importância aos valores que regem uma sociedade. Não precisamos mudar os valores, apenas vivê-los, de fato, em nosso cotidiano, seja nas organizações, nas famílias, nas escolas, no lazer, enfim, em todos os contextos que nos cercam.

A geração perdida

Enquanto você lê esse artigo, certamente se questiona: “como mudar isso?”. Eis a pergunta mais importante de todas. Os valores são fruto das nossas crenças - aqueles ensinamentos e experiências que tivemos desde a nossa infância e que são responsáveis pela formação do nosso caráter e, como consequência, das nossas intenções e comportamentos. As nossas crenças nos acompanham por toda a vida e determinam como pensamos, sentimos, agimos, enfim, quem somos. Mudar uma crença é a mais desafiadora tarefa do desenvolvimento humano, pois requer uma forte consciência dos seus atos e consequências, além de um grande desejo e determinação para mudar. E quanto mais o tempo passa, maior se torna o desafio, pois a dificuldade aumenta ao passo em que as crenças são mais internalizadas com as experiências, notícias e sensação de que o mundo é assim e precisamos fazer parte do jogo.

Por mais doloroso que possa ser, serei direto, sem romantismo: a geração atual jamais viverá os valores que acreditamos vitais para uma sociedade mais justa e digna. Estou me referindo àqueles que já estão contaminados e que insistem em abdicar do que é certo em prol do que é mais fácil e vantajoso para si. Para essas pessoas, existem as leis, as normas, as regras, que são impostas para substituir a falta de bom senso e respeito aos valores. Além disso, existe a maior de todas as armas: o contraponto comportamental – ou seja, a indignação daqueles que insistem em fazer o certo, que dizem “NÃO” ao jeitinho, que reprimem a injustiça, que praticam a gentileza, que, por incrível que pareça, respeitam o próximo. E a boa notícia é que existem muitas pessoas com valores firmes e capazes de lutar por essa conscientização. E isso já tem acontecido com mais frequência. As pessoas já têm se indignado e externado isso com mais afinco, pois estão mais conectadas e encontram alternativas para serem ouvidas.

A geração que pode transformar as empresas (e o Brasil)!

A melhor de todas as notícias ainda está por vir: temos uma geração ainda em formação, com a mente aberta para receber os ensinamentos necessários e seguir o caminho certo. O que estou querendo mostrar nesse artigo é que jamais mudaremos aqueles que não desejam participar dessa transformação, mas que muitos jovens estão dispostos a isso.

Portanto, qual é a solução?

Precisamos de líderes com valores fortes e com um grande desejo de liderar, de fato, para que haja a tão sonhada transformação na sociedade. Os pais, as escolas, as universidades, as empresas, os meios de comunicação, todos têm um papel fundamental nessa transformação. Aos que acreditam nessa transformação, cabe a dedicação na educação das pessoas, na transmissão e fortalecimento dos valores que impulsionam a nossa sociedade. Aos que não acreditam, ao menos não atrapalhem subvertendo os valores por meio de comportamentos que denigrem o ser humano e exemplifiquem a sua falta de moral. Permita que os jovens enxerguem a possibilidade de uma vida mais digna, justa e com um propósito muito claro: conquistar o sucesso contribuindo para um País verdadeiramente desenvolvido.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

6 questões que mais preocupam os profissionais de vendas - Parte 1

Tive a oportunidade de ser entrevistado na semana passada pela “TV Geração Z” para abordar o tema “A Reinvenção do Profissional direcionado para os profissionais de vendas”. A entrevista despertou a curiosidade de muitas pessoas e tenho recebido diversos e-mails e posts nas redes sociais pedindo dicas e questionando alguns pontos abordados na entrevista. 

Face a isso, dedicarei os artigos dessa semana e da próxima para destacar as 6 questões que mais preocupam os profissionais de vendas. Três serão abordadas hoje. As outras três na semana que vem. Espero que o conteúdo lhe ajude a ter grandes resultados em sua jornada.


1. No seu livro, A Reinvenção do Profissional, você fala sobre as competências do profissional do futuro. O que você pode nos dizer sobre as competências do vendedor do futuro?

As competências do vendedor do futuro não são tão diferentes das competências do vendedor de hoje e de sempre: o relacionamento, o conhecimento do produto/serviço, o planejamento etc. Mas, acredito que uma competência se tornará vital: a reputação! 

A cada dia, com o aumento da concorrência e abertura cada vez mais intensa dos mercados internacionais, vence aquele que tiver a melhor reputação. Como escolher entre um produto ou outro? Acreditar que somente o preço seja um fator diferenciador é bobagem. O consumidor vai comprar da empresa que lhe trouxer mais segurança, comodidade. Portanto, quem cuidar da sua reputação será mais indicado, recomendado. Logo, os resultados serão, além de mais evidentes, sustentáveis. 

Gosto muito de uma frase que ouvi do CEO do Grupo Algar, Luiz Alexandre Garcia, que diz que “No futuro, a palavra CLIENTE será substituída pela palavra SEGUIDOR!”. Acho que esse “futuro” está cada vez mais próximo, não?


2. Na era das redes sociais, o consumidor torna-se cada vez mais exigente e participativo. Como lidar com esse novo perfil de consumidor?

Entregando o que você promete é o mínimo para não ocasionar reclamações e prejudicar a imagem da empresa. Em segundo lugar, participar com ele. Se o seu cliente está nas redes sociais, você também precisa estar. As redes sociais hoje, se bem utilizadas, podem proporcionar grandes resultados. Mas, um alerta precisa ser feito: não entre nas redes sociais para vender. Entre para fornecer conteúdo, apresentar soluções, tirar dúvidas, ou seja, seja fonte de conhecimento e informação. Logo, as pessoas te seguirão e a venda será uma consequência disso. 

E outro ponto se faz fundamental: resolva os problemas dos seus clientes. Problema não resolvido gera reclamações nas redes sociais. Agora, o contrário também é verdadeiro. Faça algo extraordinário para o seu cliente e também poderá ser elogiado nessas redes. Mas, respondendo objetivamente a pergunta: para lidar com um perfil de consumidor cada vez mais presente nas redes sociais, é preciso estar cada vez mais presente nas redes sociais.


3. Em um mundo de produtos e serviços similares, com ampla concorrência em qualquer segmento, como se diferenciar no mercado?

Além de cuidar da sua reputação – como falamos anteriormente – outra habilidade se faz cada vez mais necessária para diferenciar-se no mercado: a capacidade de proporcionar experiências extraordinárias para o seu cliente. 

Experiência é a equação entre a expectativa e a entrega. Quanto maior a minha expectativa em relação a uma empresa, mais difícil torna-se proporcionar grandes experiência, afinal, a experiência que vale a pena é aquela que surpreende. E como fazer isso? Só tem uma forma: pensando no cliente. E para isso, é preciso que o vendedor e a empresa questionem-se frequentemente: o que mais? O que mais podemos fazer para proporcionar uma grande experiência para o nosso cliente. “O que mais?”, essa deve ser a pergunta mais frequente que devemos nos fazer. A partir dela, puxando para o meu lado agora, é que a Reinvenção acontece!

Amigos, para finalizar, lembrem-se sempre de que vendas é o futuro! E quem quiser ganhar dinheiro e ter grandes possibilidades profissionais deve especializar-se em vendas e atuar nessa área. 

Semana que vem continuaremos com as outras três dicas para destacar-se nesse mercado. Enquanto isso, segue o link de minha entrevista na íntegra. Tenho certeza de que poderá fazer a diferença em sua carreira:


Um forte abraço e até semana que vem,

Alexandre Prates

segunda-feira, 24 de junho de 2013

De office boy a empresário: 3 passos para crescer na carreira

Eu acredito que construir uma carreira exitosa é simples. Não disse que é fácil, mas é simples. 

Aos 15 anos, comecei a minha carreira profissional como office boy, numa empresa na Zona Sul de São Paulo. Aos 16, enfrentei a minha primeira sala de aula como professor de informática e, cinco anos depois, o meu primeiro auditório lotado na minha estreia como palestrante.

Com 23 anos, ocupei pela primeira vez um cargo como executivo com atuação nacional. Logo mais, aos 26, inaugurava a minha primeira empresa e, aos 29, lançava o meu primeiro livro.

No ano passado, com 31, completei mais de 300 apresentações em 25 Estados, comemorei milhares de livros vendidos e iniciei a sociedade em uma nova empresa. 

Orgulho-me de minha caminhada até aqui. E quando me perguntam como consegui construir uma carreira num curto espaço de tempo, eu atribuo isso a momentos que me fizeram dar três passos cruciais na minha vida:

1) Quando eu assumi a responsabilidade – Na época em que trabalhava como office boy, cheguei ao escritório reclamando da vida e do quanto eu tinha pena de mim por trabalhar tanto e não ser valorizado. Foi então que uma colega de trabalho me disse: "Alexandre, você quer deixar de ser office boy e ser valorizado na empresa?". Respondi sem pestanejar: "Claro!". Foi nesse momento que ela disse a frase que mudou a minha trajetória para sempre: "Seja o melhor office boy da empresa! Somente assim vão te enxergar!". Essa frase da Renata fez por mim, aos 15 anos, o que eu me esforço para fazer pelas pessoas hoje: ajudá-las a assumir a responsabilidade pelas suas vidas e carreiras. Ninguém é responsável pelo seu sucesso? Ninguém é responsável pelo seu fracasso? Reclamar e lamentar por não ser valorizado não vão te ajudar. Assumir a responsabilidade e fazer o seu melhor, isso sim te levará a algum lugar! 

2) Quando eu tive a coragem de encarar a zona de incompetência – Havia perdido o emprego e me deparei com uma vaga de office boy em uma rede de cursos de informática. Ao ser entrevistado, a proprietária da escola me disse: “Alexandre, eu acho que você tem um bom perfil para ser o meu professor... O que você acha?”. Eu sabia que não tinha competências suficientes para ser professor e naquele momento eu estava diante da minha zona de incompetência. Nessa hora, só temos duas opções: encarar ou desistir. Eu decidi encarar! Preparei-me e assumi a responsabilidade. Em pouco tempo eu era coordenador dessa rede. A partir daí, sempre busquei novas zonas de incompetências, pois aprendi desde cedo que são os desafios que nos fazem ir além!

3) Quando eu projetei o meu futuro – Lembro-me como se fosse hoje. Em uma conversa cotidiana com a diretora da escola que eu coordenava, ela me perguntou: “Qual é o seu sonho profissional?”. Eu não me recordo bem o porquê, mas respondi prontamente: “Quero ser um palestrante!”. Parece loucura, mas a partir daquele momento a minha carreira decolou. Não foi obra do acaso, mas eu foquei a minha energia nesse objetivo. Tudo ficou mais claro a partir daquele momento. Eu sabia o porquê valia a pena me atualizar, fazer cursos, melhorar a minha atuação como professor. Naquele momento, tudo fazia sentido. Dedicar-me mais na minha profissão fazia sentido, ler dezenas de livros fazia sentido, ir a palestras, assistir vídeos, investir no meu desenvolvimento, tudo isso fazia sentido. Foi então que a vida me presenteou com algo que eu defendo com todas as minhas forças: ter um propósito claro! Viver por algo que valha a pena. 

Não interprete esses três passos como um manual para o sucesso, definitivamente, não é. Foram comportamentos que funcionaram para mim. Quanto mais eu evoluía nesses passos, mais a minha reputação se fortalecia e a minha carreira acontecia.

Um forte abraço e até a próxima,

Alexandre Prates



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Sua empresa está pronta para atrair e reter os melhores talentos?

O que a sua empresa deseja para o futuro? Independente dos objetivos traçados, é impossível atingir as metas sem contar com grandes profissionais para fazer as coisas acontecerem. Eis o grande problema: de um lado, resultados a serem atingidos; do outro, a escassez de pessoas competentes que auxiliem as empresas em suas ações.

Leia mais sobre o assunto em meu artigo publicado no site da revista VocêRH, clique aqui!


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Engajar as pessoas – o verdadeiro propósito de um líder


A palavra-chave para um líder é Resultados. E não há outra maneira de conquistar resultados, a não ser engajando as pessoas e mantendo-as motivadas e focadas em suas metas e ações. Engajar pessoas é proporcionar a elas um real motivo para que queiram empenhar todo o seu potencial. Esse é o grande conceito: proporcionar um real motivo, ou seja, despertar uma vontade interna de colocar no jogo o melhor de suas competências.

Então, a grande pergunta é: Como engajar as pessoas?

Compreendendo o projeto de sua responsabilidade:
O líder somente envolverá as pessoas se conseguir que elas se evolvam com o projeto. Exatamente isso, não é apenas o trabalho e sim, o impacto desse trabalho para os resultados da empresa e, muitas vezes, para a sociedade. As pessoas precisam entender muito mais do que somente a tarefa que devem realizar, precisam visualizar os resultados que esse trabalho deve gerar e saber exatamente quais os indicadores que permitem a ela acompanhar a sua evolução.

Entendendo a causa da empresa e do líder:
As pessoas se comprometem com a causa da empresa ou do líder e não com a empresa ou com o líder em si. Esse é o ponto principal. As pessoas querem empenhar o seu potencial com empresas que se importam com o futuro e com as pessoas. Da mesma forma, as pessoas se comprometem com líderes que se importem com o seu desenvolvimento profissional. As pessoas não se comprometerão com uma empresa apenas porque ela é grande, mas porque querem construir seu futuro nessa empresa. As pessoas não seguirão um líder porque ele é capa de revistas de negócios e sim porque ele permite as pessoas aprender, crescer e contribuir.
Um profissional pode admirar uma empresa, porém, se a empresa não lhe proporcionar chances de crescimento profissional, não valerá a pena comprometer-se. 

Respondendo as indagações dos profissionais:
- Aonde a empresa quer chegar?  Vale a pena? Vai ao encontro dos meus ideais?
- O meu líder confia em mim? Ele se preocupa com o meu crescimento profissional?
- Aonde a empresa quer que eu chegue? Onde meu líder quer que eu chegue?

É fato: quando as respostas das questões acima não estão claras, logo a minha visão de futuro se turva e me desmotivo. Não vejo perspectivas de longo prazo para minha carreira e me sinto perdendo tempo. O que posso conquistar dentro dessa empresa? Só um bom salário hoje já não e suficiente.

Porque as pessoas não se comprometem?


PORQUE AS PESSOAS NÃO SE COMPROMETEM?
COMO O LÍDER DEVE AGIR?
Tratamento padronizado
Compreender que as pessoas são diferentes, que não possuem os mesmos valores e as mesmas necessidades. É preciso compreender o que motiva cada um.
Quando não se sentem parte do processo
As pessoas precisam sentir que fazem parte de um processo, das decisões e que são importantes na equipe. O líder precisa deixar claro para as pessoas o impacto do seu trabalho no resultado final da empresa.
Falta de visão de futuro e perspectiva de carreira
Deixar claro para as pessoas os planos da empresa a longo prazo. Onde a empresa pretende chegar? Como as pessoas podem crescer com a empresa?
O profissional não ter uma visão pessoal
Ensinar o profissional a ter visão de longo prazo, executar um trabalho não pensando apenas em dinheiro – plantar pra colher.
Quando se sentem inseguras
As pessoas se sentem inseguras quando não sabem fazer o seu trabalho ou quando a empresa não lhe transmite a sensação de estabilidade. É fundamental que o líder desenvolva constantemente as pessoas e deixe sempre claro o que é preciso para seguir em frente.
Desalinhamento de valores
Para seguir na empresa, tenho que conflitar com alguns valores fundamentais na minha vida como: honestidade, qualidade de vida, família etc.
Quando o ambiente não é saudável
O ambiente é um ponto crucial para o comprometimento das pessoas. O líder precisa se esforçar para manter a equipe sincronizada, colaborativa e integrada.
Quando não são cobrados
A cobrança é um processo natural e precisa acontecer. O líder precisa entender o que está cobrando; As pessoas não se importam com cobranças, as pessoas não suportam injustiças. O líder deve cobrar com assertividade e critérios.
Liderança ineficaz
Líderes com comportamentos inadequados: arrogância, egocentrismo, centralizador. Lidere para as pessoas, não queira ser o astro.

Amigos, engajar pessoas é e sempre foi o maior desafio da gestão. A minha experiência me ensinou que não tem um modo fácil para se conquistar isso, é preciso muito esforço, muita dedicação e um intenso desejo de envolver o time emocionalmente. E só existe uma regra nesse momento – o pleno envolvimento do líder!

Um forte abraço e até semana que vem,

Alexandre Prates

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O vendedor e o coaching - uma relação de prosperidade

Completo em 2013 quinze anos de experiência em vendas. Da minha primeira oportunidade, aos 17 anos, até hoje - onde desenvolvo equipes de vendas - muitas situações se apresentaram para a minha constante evolução. 


Em meio a isso ingressei na área de coaching e, desde então, tornou-se uma obsessão para mim unir as duas áreas - Coaching e Vendas. 

A minha trajetória me possibilitou aprender muito mais do que ensinei ao longo da carreira como Coach, pelo simples fato de poder transitar por diferentes ambientes e conhecer pessoas incríveis durante esse período. Convivi com altos executivos, grandes empresários, profissionais competentes tecnicamente, pessoas com um enorme tato para relacionamentos, enfim, sou grato por ter compartilhado de todo esse acervo de talentos. 

De todos os ensinamentos obtidos, uma lição mudou a minha ótica sobre vendas: vender é simples! Assim como ser feliz e conquistar uma vida plena também é simples. Acredite, nós complicamos as coisas. 

O ser humano é movido por seus valores. O que é importante para você? Do que você não abre mão na sua vida? O que te motiva? A resposta para essas perguntas é a essência daquilo que te faz feliz, os seus valores. 

A questão é que ao longo da nossa jornada, por diversas vezes, abrimos mão dos nossos valores e escolhemos viver por prazeres sensoriais, que nos trazem uma sensação de bem-estar a curto prazo, no entanto, nos tiram daquilo que realmente temos que fazer para garantir o futuro que desejamos e que nos completará. Quantas vezes você abriu mão de algo importante na sua vida em prol de escolhas equivocadas? 

O que eu quero enfatizar com isso, amigos, é que a vida que temos hoje é resultado de nossas escolhas. E alcançar o sucesso em vendas também é! 

Portanto, permita-me compartilhar com vocês um dos temas-chave do Coaching em Vendas: escolhas. Acredito que servirá para você repensar a sua atuação e projetar um novo comportamento. 

1. Escolha SER vendedor e não ESTAR vendedor: a primeira e fundamental escolha para o sucesso em vendas é assumir o seu papel e orgulhar-se disso. Vendas é uma área com altíssima demanda e grandes oportunidades de remuneração. Vendas é o coração de toda organização. Não por acaso os maiores investimentos de uma empresa são direcionados para esta área. Os melhores vendedores que conheço orgulham-se da profissão e sabem o que podem conquistar se empenharem todo o seu potencial. 

2. Escolha ser um expert em relacionamento: estamos vivendo um momento do mercado onde o consumidor esta buscando, cada vez mais, a comodidade nas relações comerciais. E comodidade nada mais é do acertar da primeira vez. Comodidade é receber, no mínimo, o que foi prometido e principalmente, sentir-se especial nesse contexto. Quando um consumidor encontra um vendedor que lhe entregue isso, jamais se arriscará buscando novas opções, afinal, nós adoramos conforto. 

3. Escolha proporcionar experiências para o seu cliente: consciente ou inconscientemente, o que buscamos como consumidores é uma experiência agradável no momento em que decidimos comprar algo. E isso é simples, basta ter em mente que o cliente que está a sua frente não quer comprar o seu produto ou serviço, e sim, atender os seus valores - ele quer aquilo que o seu produto ou serviço pode lhe proporcionar. Portanto, valorize o momento com o seu cliente e venda aquilo que é valor para ele. E como você consegue isso? Observando, perguntando e principalmente, se importando com ele. Na maioria das vezes, basta um sorriso, um atendimento cordial, uma atenção especial aquele cliente. Agora, se você deseja encantá-lo, proporcione um "algo a mais". A experiência vem da surpresa, do inesperado e fortalece as relações. 

4. Escolha deixar um legado: não existe nada melhor em nossa carreira do que deixar saudades e ser lembrado pela mensagem que deixamos, e pelo exemplo que motivou as pessoas a nos seguirem. Como você quer ser lembrado? Defina isso e construa o seu maior patrimônio, a sua reputação. 

5. Escolha ter ambição: o que você quer conquistar em sua vida e carreira? O seu desempenho será proporcional ao tamanho dos seus objetivos. Uma pessoa ambiciosa tem esse desejo incondicional de ir além, de melhorar constantemente e de desafiar-se com frequência. É isso que move o mundo, as empresas e os profissionais. Entenda, não importa o tamanho da sua ambição, o importante é ter uma e focar o seu alcance. 

Escolhas, amigos. São elas que diferem os profissionais de sucesso e as pessoas bem sucedidas e felizes. Não podemos apagar as consequências de uma escolha equivocada, mas a boa noticia é que podemos escolher sempre. 

E como diria o grande Thedy Correa, vocalista da banda Nenhum de Nós, em uma de suas mais belas canções: "Amanhã ou depois, tanto faz, se depois for nunca mais!" 

Um forte abraço e até semana que vem, 

Alexandre Prates

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O Coaching como ferramenta dos vendedores de sucesso


Apesar de altamente eficaz e aplicado em milhares de profissionais do mundo inteiro, o Coaching ainda é desconhecido ou mal interpretado por muita gente. O que é, para que serve, a quem se destina, são perguntas que ouvimos diariamente em nosso Instituto. O Coaching é um processo de aprimoramento que pode ser contratado por pessoas e empresas, enfim, por todos que possuem um objetivo e necessitam desenvolver-se para atingi-lo.
Hoje, amigos, quero compartilhar com vocês uma ferramenta do coaching que tem produzido resultados concretos: o COACHING EM VENDAS!
Segundo a consultoria McKinsey and Company, profissionais de vendas detêm o “trabalho crucial” na melhoria de habilidades sistemáticas e no desenvolvimento de uma força de vendas. E é aí que atua o coaching, ajudando profissionais a adquirem as competências necessárias para maximizar sua performance em vendas, construindo bons resultados para as organizações.

Coaching de Habilidades de Vendas

Vender é uma alta habilidade, com alta demanda de emprego. Para se manter nessa área você tem que estar no topo. Verdadeiramente estar no topo, significa ter sucesso e uma vida equilibrada, sem stress.
O Coaching em Vendas proporciona estratégias centradas no comportamento, visando aperfeiçoar a performance do profissional através do autoconhecimento, autogestão (melhoria contínua) e um amplo conhecimento sobre o ser humano.
O Coaching em Vendas pode ajudar os profissionais e empresas a:
  • ·         Combater os problemas de estagnação da carreira;
  • ·         Reverter a queda de performance;
  • ·         Construir uma linha de vendas o baseada em:

                - Treinar sua equipe para desenvolver competências individuais excepcionais de vendas;
                - Planejamento para alcançar resultados positivos;
                - Busca da melhoria contínua que leva a uma mudança positiva;
                - Evitar armadilhas e obstáculos que minem os esforços e as metas de venda;
                - Reconhecer e encorajar comportamentos específicos que se correlacionam com êxito                              global, ao invés de se basear apenas em quotas para medir a performance;
                - Utilizar ferramentas de planejamento para medir o retorno das ações.

Ser um Vendedor Coach requer comportamentos de alta performance, portanto você aprenderá técnicas para:
  • ·         Esclarecer os objetivos de vendas em metas gerenciáveis e realistas.
  • ·         Refinar as estratégias existentes e/ou criar novas estratégias.
  • ·         Desenvolver novas aptidões de vendas.
  • ·         Eliminar barreiras irreais que possam prejudicar seu sucesso.
  • ·         Priorizar as atividades que geram receita.
  • ·         Eliminar a procrastinação.
  • ·         Aprender os segredos de uma boa relação de confiança e comunicação.

Caso queiram saber mais, no post da semana que vem irei abordar o assunto de forma mais abrangente, não deixem de ler. 
Em março teremos um curso de Coaching em vendas em Goiânia. Para mais informações, acessem o site http://www.institutoca.com.br/eventos/goiania/coaching-em-vendas-goiania-go/ ou pelo telefone (62) 3086-3998.

Um forte abraço e até semana que vem,
Alexandre Prates

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Qual é o seu “algo a mais”? – Parte II

Amigos, na semana passada mostrei dois cenários possíveis para criarmos oportunidades e nos destacarmos no mercado de trabalho. Recebi muitos recados de pessoas que se encontraram nesses cenários, e que estão “deslanchando” em suas carreiras. Já outros comentários, infelizmente, não foram tão animadores. Vamos então aos últimos cenários ?


Capacidade de execução: Eis um profissional extremamente desejado e fundamental para qualquer negócio. Precisamos de pessoas que façam acontecer, que arregacem as mangas e faça a roda girar. Uma capacidade técnica só vale a pena se pessoas executarem os processos desenvolvidos. Da mesma forma, se tivermos apenas líderes nas organizações, nada vai andar. Em uma área comercial, por exemplo, precisamos do líder, mas precisamos principalmente, daquele profissional que visita o cliente, negocia e fecha a venda. O profissional que tiver a capacidade da execução, com inteligência, é claro, colherá grandes resultados. 

Capacidade estratégica: Com a profissionalização das empresas, tornou-se muito importante a presença de profissionais com uma grande capacidade de analisar os cenários e pensar a longo prazo. Estamos falando da área de estratégia e planejamento. Uma capacidade nada simples, pois depende de um conjunto de habilidades como visão sistêmica, obsessão por aprender e o desejo de manter-se antenado com o mundo e principalmente, uma enorme facilidade de conectar as coisas. Estamos vivendo uma era de transformações econômicas, portanto, o profissional capaz de analisar e compreender o impacto dessas transformações na sua realidade são extremamente necessários e valorizados no mundo corporativo. 

Amigos, analisando as capacidades apresentadas, você pode chegar a várias conclusões, destaco duas: 

1. Você se encaixou em alguma ou em mais de uma capacidade: Parabéns, invista muita energia para potencializar, a cada dia mais, essa capacidade. Apenas uma dica: não despreze as demais capacidades, mas conscientize-se de que o seu diferencial está naquela que você mais tem facilidade e paixão. 

2. Você não se encaixou em nenhuma delas: Então chegou a hora de tomar uma decisão e encontrar a sua verdadeira aptidão. É importante enfatizar que a sua verdadeira capacidade será revelada se você estiver na profissão e no lugar certo. Se você estuda engenharia e não está se enquadrando na profissão, é muito provável que você não se destacará pela capacidade técnica. A grande pergunta é: No que você é bom? O que você faz sem esforço? O que você deseja verdadeiramente fazer a sua vida toda? 

Tem espaço para todo o tipo de capacidade no mundo corporativo, desde que você seja brilhante naquilo que decidir fazer. Também terá espaço para os medianos, aliás, o mercado precisa de todos os perfis. Tudo vai depender da sua ambição, daquilo que verdadeiramente você quer para a sua vida e carreira. 

Finalizo o artigo com uma pergunta e você poderá iniciar uma grande trajetória com sua decisão: Qual é o seu “algo a mais”? 

Um forte abraço e até semana que vem, 

Alexandre Prates

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Qual é o seu “algo a mais”? – Parte I

Amigos, me permitam ser muito sincero neste post - como de costume. Há tempos venho percebendo um cenário muito interessante e chegou o momento de compartilhar esse pensamento com vocês. 

Apesar de vivermos atualmente a era do pleno emprego, como afirmam muitos especialistas, ainda temos muitos profissionais fora do mercado, principalmente aqueles que possuem um diploma universitário. 

Vejo as empresas escavando cada vez mais fundo o mercado para encontrar profissionais competentes para o seu quadro de colaboradores. Mas também vejo muitos profissionais lutando para agarrar uma grande oportunidade profissional. 

O que esta acontecendo? 

A questão, apesar de complexa, é de fácil conclusão. Nunca tivemos no Brasil tantos universitários como temos hoje. Acontece que as organizações não precisam apenas de pessoas estratégicas em seu quadro de colaboradores, é preciso também de pessoas que executem. No entanto, quanto mais conhecimento uma pessoa adquire, menos ela se permite atuar em funções que não condizem, a seu ver, com o seu status profissional. Entretanto, é preciso compreender que não há espaço para todo mundo, ao menos nas funções que todo mundo deseja. 

Existe solução? 

Sim, mas nada confortável. É fato que uma universidade, por mais conceituada que seja, tem um limite de carga horária para formar os seus alunos. Logo, o conhecimento transmitido, volto a dizer, por melhor que seja, é limitado. Isso ocasiona profissionais tecnicamente muito parecidos, necessitando desenvolver um “algo a mais” para se destacar no mercado. Se você tem esse “algo a mais”, conquistará as melhores oportunidades, se não tem, precisará entrar no mundo corporativo de alguma forma. Ficar esperando a oportunidade dos sonhos não lhe ajudará em nada, muitas vezes é preciso construir a sua oportunidade. 

E o que é esse “algo a mais”? Deixe apresentar alguns cenários: 

Capacidade técnica acima da média: Geralmente adquirida pela interação entre teoria e prática. Um profissional pode se destacar no mercado por ser brilhante nos fundamentos da sua profissão. Um engenheiro, por exemplo, tem uma grande possibilidade de despontar na profissão por conhecer profundamente a ciência que envolve o seu trabalho. De nada adianta um engenheiro extremamente competente em relacionamento, se não souber, de fato, os segredos para a perfeita execução da sua atividade final. Dentro de uma empresa, um profissional da área financeira também pode destacar-se e muito por conhecer o movimento do mercado financeiro e dessa forma, organizar a aumentar as riquezas da empresa. É importante enfatizar que aliar capacidade técnica a capacidade de relacionamento ajuda muito! Ninguém gosta de conviver com gênios indomáveis. Se você não faz questão de agradar, para conseguir êxito nos negócios, você precisará ser muito bom para que as pessoas não se importem (muito) com isso. 

Capacidade de liderança: Nem sempre um líder precisa ser o mais genial - tecnicamente - do grupo, basta conseguir agregar as melhores cabeças. Muitas profissionais abdicam de suas áreas de formação para dedicar-se a liderança e conseguem grandes resultados. São pessoas que descobriram uma grande aptidão para liderar pessoas e que se desenvolvem constantemente para isso. O mercado está aberto a pessoas que sejam estrategistas e que saibam engajar equipes para resultados. O mercado não precisa apenas de pessoas brilhantes tecnicamente, é fundamental também encontrar profissionais que saibam unir pessoas em prol de resultados, o líder. 

Existem mais dois cenários a serem apresentados, mas vamos deixar para semana que vem! 

Caso você tenha alguma dúvida ou quiser saber mais sobre o assunto, fale comigo através do Facebook ou Linkedin! 

Marcamos, então, nosso encontro para semana que vem! 

Um forte abraço, 

Alexandre Prates

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Não culpe o tempo!

A frase mais comum que ouço em minhas sessões de coaching é “Não tenho tempo para nada!” Uma frase típica de executivos que possuem grandes atribuições e também de muitas pessoas não têm tantas atribuições assim. Por outro lado, conheço profissionais que mesmo com suas enormes atribuições diárias, viagens, mestrados, família etc, ainda conseguem tempo para malhar, escrever, relaxar, dedicar um tempo para os filhos, enfim, conseguem viver com qualidade.

Qual a diferença?

O dia tem 24 horas para todo mundo, a diferença é a maneira como vivemos estas 24 horas. Pessoas de sucesso, digo sucesso pessoal e profissional, conseguem não só planejar o seu tempo, como também se disciplinar para seguir o que foi planejado. Isso mesmo, para usar melhor nosso tempo, precisamos de planejamento e disciplina.

O tempo como estratégia

Um líder não pode investir o seu precioso tempo somente em questões burocráticas e operacionais. As organizações precisam ser ágeis e dinâmicas para competir em um mercado cada vez mais competitivo. Portanto, o líder deve investir o seu tempo na estratégia, na motivação das pessoas, na retenção de talentos, na inovação e para isso precisará desenvolver a sua equipe constantemente para que possa delegar e, dessa forma, expandir a sua atuação.

Não apenas os líderes, mas todo profissional deve compreender que o seu tempo deve ser investido em ações que tragam resultados e a cada dia fugir das distrações que o impedem de ser produtivo.

Que tal refletir um pouco sobre o seu tempo?
Independente da sua ocupação, dois pontos precisam ser avaliados:

1. Ponto Produtivo: É fundamental compreender o que verdadeiramente produz resultados em sua profissão. Muitas pessoas desperdiçam o tempo com ações pouco valorosas e que no final das contas, tomam o seu tempo e não garantem resultados efetivos. Um vendedor precisa visitar clientes, realizar pós-venda, analisar o mercado, ampliar as suas competências, enfim, ações que geram resultados efetivos. Se o vendedor não estiver dedicando o seu tempo nessas ações, não está sendo produtivo.

Encontre o seu ponto produtivo: Onde você é mais produtivo? Quais atividades geram resultados efetivos? O que efetivamente precisa ser feito? O que eu não posso deixar para depois?

Dica: Um ponto produtivo que não é realizado na hora certa torna-se uma urgência e são as urgências que não nos permite alcançar grandes resultados na vida e na carreira.

2. Sabotadores: Um sabotador é aquilo que prejudica a execução do que realmente precisa ser feito. É muito comum a gestão do tempo morrer no planejamento, pois geralmente nos sabotamos quando temos que delegar ou abdicar de algumas atividades que não são importantes, mas que proporcionam prazer e conforto. Muitas pessoas encontram muitas justificativas da sua improdutividade nos sabotadores e, geralmente, culpam as circunstâncias e não a sua falta de disciplina.

Encontre os seus sabotadores: O que prejudica o seu tempo? O que é mais gostoso de fazer, que não gera muitos resultados, mas lhe tira do que é preciso fazer? Como eliminar ou minimizar esses sabotadores?

Dica: Todo sabotador tem a tendência de se transformar em hábito, tornando-se cada vez mais difícil de ser eliminado. Cuidado com os seus hábitos improdutivos!
Amigos, não culpe o tempo pela sua improdutividade na vida pessoal ou profissional, e sim, avalie o que você tem feito com o tempo que tem. Quando um líder reclama por estar sobrecarregado, eu o faço analisar alguns pontos: Quanto tempo você tem dedicado para desenvolver as pessoas da sua equipe? Quanto do seu tempo é investido para delegar tarefas? Quanto tempo você designa para participar as pessoas da resolução dos problemas? Se você não investe tempo preparando as pessoas, a consequência é simples: sobrará tudo para você resolver!

Para ganhar tempo é preciso investir tempo! Invista alguns minutos para se planejar e você ganhará tempo. Invista algumas horas para desenvolver a sua equipe e você ganhará muito tempo! E mais importante do que o planejamento é a disciplina para fazer o que realmente precisa ser feito!

Lembre-se, o tempo é o seu maior patrimônio!

Um forte abraço e até semana que vem,

Alexandre Prates

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Os 3 "Is" da nova geração

Uma plateia de mais de 600 pessoas me esperava para uma palestra em uma universidade no Sul do país. Centenas de alunos ansiosos pelo tema: tendências comportamentais do profissional do futuro. 

Apesar de curiosos em descobrir os caminhos para construir uma carreira brilhante, percebi logo nos primeiros minutos de apresentação que se algo não acontecesse para dinamizar a palestra e torná-la mais descontraída e interativa, certamente o auditório aos poucos se esvaziaria. 

Seria isso a tão criticada "pressa" dessa nova geração? Seria um senso critico apurado? Seria descompromisso com as suas carreiras? Sinceramente não sei ao certo, mas naquele momento não me cabia julgar, e sim, me esforçar para prender a atenção de todos. E foi o que fiz! 

Porém, após a palestra, sinto-me na obrigação de expor minha preocupação com este fato. Exigir uma palestra instigante é valido, mas isso não pode ser fator determinante para o aproveitamento daquilo que é o mais importante nessa história: o conteúdo! 

Curioso para descobrir o que cada um daqueles jovens pensava, durante a apresentação me permiti observar o comportamento deles e notei algumas características bem presentes nessa geração, que denominei como “Os 3 ‘Is’ da nova geração”. Vamos a eles: 

IMPACIÊNCIA - Ou me satisfaz imediatamente ou não quero! Essa é a sensação transmitida por muitos jovens dessa geração. Ou a palestra é instigante ou prefiro ir embora. Se o conteúdo ira contribuir para o meu futuro, não importa. Esse comportamento é naturalmente transferido para o mundo corporativo. Ou a empresa me oferece oportunidade de crescimento muito rapidamente ou estou fora, procuro outra. Esse pensamento de curto prazo pode prejudicar e muito a carreira dos jovens profissionais. Nesse caso, é preciso distinguir muito bem pressa e ambição. Ter ambição é saudável, mas a pressa para conquistar aquilo que se deseja, sem pensar nas consequências a longo prazo, é perigoso. Muitas vezes uma empresa pode não lhe oferecer naquele momento a oportunidade de subir de cargo ou um aumento de salário, mas antes de pedir demissão, reflita: "o que estou aprendendo nesta instituição? Quais são as oportunidades que ela me oferece para o futuro?". Lembre-se, é preciso construir uma história para conquistar uma carreira brilhante, e você não conseguira isso de uma hora para outra, muito menos pulando de galho em galho. Mas também não confunda paciência com letargia. Se você realmente merece uma oportunidade e a empresa não tem condições de lhe oferecer isso, certamente você deverá buscar o seu lugar ao sol. 

INCONSISTÊNCIA - Este, infelizmente, é outro comportamento presente em muitos jovens dessa geração. Apesar da enxurrada de informações que somos submetidos diariamente, a incapacidade crítica de alguns jovens é assustadora. As redes sociais que podem ser uma rica fonte de informação e troca de visões sobre diversos temas, tem sido, a meu ver, pouco explorada. Basta analisarmos quem são as pessoas mais seguidas no Twitter. Basta perguntar a um jovem quais veículos de comunicação ele acessa com frequência. E não precisa ir muito longe para identificar esse comportamento: ao final de uma palestra, por melhor que ela seja, abra para perguntas e calcule o percentual das pessoas que se manifestam! Não chegaremos a 5%! Talvez este seja o comportamento mais preocupante dessa nova geração, pois a cada dia, o ato de julgar, criticar, inovar, decidir, esta nas mãos de poucas pessoas. E quando ouço um empresário dizer que o que mais lhe preocupa para o futuro da sua empresa é a falta de profissionais qualificados, constato que a maior desqualificação de todas é incapacidade critica, a visão curta. 

INICIATIVA - Presente na minoria, mas quando este comportamento se apresenta, é bonito de ver. Chega a emocionar ver os jovens organizando grandes eventos nos centros acadêmicos , enquanto outros não se dão nem o trabalho de assistir as palestras. É incrível vê-los ficando após a palestra para conversar com o palestrante, pedir dicas, tirar dúvidas, solicitar contato para conversar posteriormente, enfim, pensando no futuro. E certamente esse comportamento será revertido para as suas carreiras: se empenharão, aprenderão e como consequência, crescerão pessoal e profissionalmente. E o que mais me admira neste comportamento é a capacidade de fazer uma simples pergunta: "por quê?". Uma pergunta simples, mas que abre inúmeras oportunidades para a evolução profissional. 

Amigos, eu não sei qual é o "I" que você pratica, mas eu garanto, construirá uma carreira brilhante aquele que tiver a capacidade da iniciativa, do desejo interno de realmente prosperar nos negócios e na vida. 

Só existe uma pessoa responsável pela sua carreira: você! O propósito da universidade é proporcionar conhecimento, mas transformar esse conhecimento em inteligência é uma decisão sua. As organizações oferecem as oportunidades, mas entregar os resultado e ser valorizado por isso, também é uma decisão sua. Decida ter sucesso! 

Um grande abraço e até semana que vem, 

Alexandre Prates
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