O que a sua empresa deseja para o futuro? Independente dos objetivos traçados, é impossível atingir as metas sem contar com grandes profissionais para fazer as coisas acontecerem. Eis o grande problema: de um lado, resultados a serem atingidos; do outro, a escassez de pessoas competentes que auxiliem as empresas em suas ações.
Leia mais sobre o assunto em meu artigo publicado no site da revista VocêRH, clique aqui!
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Engajar as pessoas – o verdadeiro propósito de um líder
A
palavra-chave para um líder é Resultados.
E não há outra maneira de conquistar resultados, a não ser engajando as pessoas
e mantendo-as motivadas e focadas em suas metas e ações. Engajar pessoas é proporcionar a elas um real motivo para que
queiram empenhar todo o seu potencial. Esse é o grande conceito: proporcionar
um real motivo, ou seja, despertar uma vontade interna de colocar no jogo o
melhor de suas competências.
Então, a grande pergunta é: Como
engajar as pessoas?
Compreendendo o projeto de sua
responsabilidade:
O
líder somente envolverá as pessoas se conseguir que elas se evolvam com o
projeto. Exatamente isso, não é apenas o trabalho e sim, o impacto desse
trabalho para os resultados da empresa e, muitas vezes, para a sociedade. As
pessoas precisam entender muito mais do que somente a tarefa que devem realizar,
precisam visualizar os resultados que esse trabalho deve gerar e saber
exatamente quais os indicadores que permitem a ela acompanhar a sua evolução.
Entendendo a causa da empresa e do
líder:
As
pessoas se comprometem com a causa da empresa ou do líder e não com a empresa
ou com o líder em si. Esse é o ponto principal. As pessoas querem empenhar o
seu potencial com empresas que se importam com o futuro e com as pessoas. Da
mesma forma, as pessoas se comprometem com líderes que se importem com o seu
desenvolvimento profissional. As pessoas não se comprometerão com uma empresa
apenas porque ela é grande, mas porque querem construir seu futuro nessa
empresa. As pessoas não seguirão um líder porque ele é capa de revistas de
negócios e sim porque ele permite as pessoas aprender, crescer e contribuir.
Um
profissional pode admirar uma empresa, porém, se a empresa não lhe proporcionar
chances de crescimento profissional, não valerá a pena comprometer-se.
Respondendo as indagações dos
profissionais:
-
Aonde a empresa quer chegar? Vale a
pena? Vai ao encontro dos meus ideais?
-
O meu líder confia em mim? Ele se preocupa com o meu crescimento profissional?
-
Aonde a empresa quer que eu chegue? Onde meu líder quer que eu chegue?
É fato: quando as respostas das questões acima não
estão claras, logo a minha visão de futuro se turva e me desmotivo. Não vejo
perspectivas de longo prazo para minha carreira e me sinto perdendo tempo. O
que posso conquistar dentro dessa empresa? Só um bom salário hoje já não e
suficiente.
Porque as pessoas não se comprometem?
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PORQUE AS
PESSOAS NÃO SE COMPROMETEM?
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COMO O
LÍDER DEVE AGIR?
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Tratamento
padronizado
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Compreender
que as pessoas são diferentes, que não possuem os mesmos valores e as mesmas
necessidades. É preciso compreender o que motiva cada um.
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Quando
não se sentem parte do processo
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As
pessoas precisam sentir que fazem parte de um processo, das decisões e que
são importantes na equipe. O líder precisa deixar claro para as pessoas o
impacto do seu trabalho no resultado final da empresa.
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Falta de
visão de futuro e perspectiva de carreira
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Deixar
claro para as pessoas os planos da empresa a longo prazo. Onde a empresa
pretende chegar? Como as pessoas podem crescer com a empresa?
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O
profissional não ter uma visão pessoal
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Ensinar
o profissional a ter visão de longo prazo, executar um trabalho não pensando
apenas em dinheiro – plantar pra colher.
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Quando
se sentem inseguras
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As
pessoas se sentem inseguras quando não sabem fazer o seu trabalho ou quando a
empresa não lhe transmite a sensação de estabilidade. É fundamental que o
líder desenvolva constantemente as pessoas e deixe sempre claro o que é
preciso para seguir em frente.
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Desalinhamento
de valores
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Para
seguir na empresa, tenho que conflitar com alguns valores fundamentais na
minha vida como: honestidade, qualidade de vida, família etc.
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Quando o
ambiente não é saudável
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O
ambiente é um ponto crucial para o comprometimento das pessoas. O líder
precisa se esforçar para manter a equipe sincronizada, colaborativa e
integrada.
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Quando
não são cobrados
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A
cobrança é um processo natural e precisa acontecer. O líder precisa entender
o que está cobrando; As pessoas não se importam com cobranças, as pessoas não
suportam injustiças. O líder deve cobrar com assertividade e critérios.
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Liderança
ineficaz
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Líderes
com comportamentos inadequados: arrogância, egocentrismo, centralizador.
Lidere para as pessoas, não queira ser o astro.
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Amigos, engajar pessoas é e sempre foi
o maior desafio da gestão. A minha experiência me ensinou que não tem um modo
fácil para se conquistar isso, é preciso muito esforço, muita dedicação e um
intenso desejo de envolver o time emocionalmente. E só existe uma regra nesse
momento – o pleno envolvimento do líder!
Um forte abraço e até semana que vem,
Alexandre Prates
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Como conquistar o real engajamento do seu time?
Amigos, vamos direto ao assunto: Qual é o verdadeiro propósito de um líder? Eu não conheço outro que não seja: engajar as pessoas para resultados!
Perceba a força desta frase. Quando dizemos que uma pessoa está engajada, estamos afirmando que ela encontrou um real motivo para empenhar todo o seu potencial. Um real motivo que permita a ela estar, livremente, 100% presente em suas atividades e conquiste com menos esforço emocional os seus objetivos.
Agora, a pergunta fundamental para que esse artigo valha a pena é: Como engajar as pessoas para resultados?
1. Definir claramente quais são os resultados que as pessoas devem entregar:
Muitos profissionais confundem o real propósito do seu trabalho. Existe uma grande diferença entre as atribuições do cargo e os resultados do seu trabalho. As atribuições do cargo são as ações que se deve realizar para produzir resultados, ou seja, um profissional não pode pensar que somente porque ele chega e sai no horário e faz tudo o que lhe é atribuído, ele será valorizado como um grande profissional. Portanto, não converse com as pessoas apenas sobre o seu trabalho, fale sobre resultados! Esse é o real propósito de qualquer profissional.
2. Exponha a causa da empresa e a sua causa como líder:
As pessoas se comprometem com a causa da empresa e do líder e não com a empresa ou com o líder. Esse é o ponto principal. As pessoas querem empenhar o seu potencial em empresas que se importam com o futuro e com as pessoas. Da mesma forma, as pessoas se comprometem com líderes que se importam com o seu desenvolvimento profissional. As pessoas não se comprometerão com uma empresa apenas porque ela é grande, mas porque querem construir seu futuro nessa empresa. As pessoas não seguirão um líder porque ele é capa de revistas de negócios, e sim, porque ele permite as pessoas aprender, crescer e contribuir.
3. Conheça e respeite os sonhos de cada um:
O principal erro de um líder é deduzir que todos querem a mesma coisa, ou seja, "eu pago altas comissões, o que mais eles querem?". Exatamente, o que mais eles querem? Apesar de essencial, dinheiro não motiva todo mundo. Ser promovido não motiva todo mundo. Muitas vezes um reconhecimento em público motiva muito mais um colaborador que do que dinheiro. Uma carta de agradecimento, assumir um projeto audacioso, participar de reuniões importantes, enfim, as pessoas possuem motivos diferentes para sentirem-se felizes. E como descobrir o que motiva cada um: Simples! Converse, pergunte! O que te motiva? O que te faz feliz? É o único caminho.
Amigos é importante compreender que quando uma pessoa atua de maneira congruente aos seus mais importantes valores, naturalmente alcança o um alto desempenho interior, que se reflete em um real engajamento.
Um grande abraço e até semana que vem,
Alexandre Prates
Perceba a força desta frase. Quando dizemos que uma pessoa está engajada, estamos afirmando que ela encontrou um real motivo para empenhar todo o seu potencial. Um real motivo que permita a ela estar, livremente, 100% presente em suas atividades e conquiste com menos esforço emocional os seus objetivos.
Agora, a pergunta fundamental para que esse artigo valha a pena é: Como engajar as pessoas para resultados?
1. Definir claramente quais são os resultados que as pessoas devem entregar:
Muitos profissionais confundem o real propósito do seu trabalho. Existe uma grande diferença entre as atribuições do cargo e os resultados do seu trabalho. As atribuições do cargo são as ações que se deve realizar para produzir resultados, ou seja, um profissional não pode pensar que somente porque ele chega e sai no horário e faz tudo o que lhe é atribuído, ele será valorizado como um grande profissional. Portanto, não converse com as pessoas apenas sobre o seu trabalho, fale sobre resultados! Esse é o real propósito de qualquer profissional.
2. Exponha a causa da empresa e a sua causa como líder:
As pessoas se comprometem com a causa da empresa e do líder e não com a empresa ou com o líder. Esse é o ponto principal. As pessoas querem empenhar o seu potencial em empresas que se importam com o futuro e com as pessoas. Da mesma forma, as pessoas se comprometem com líderes que se importam com o seu desenvolvimento profissional. As pessoas não se comprometerão com uma empresa apenas porque ela é grande, mas porque querem construir seu futuro nessa empresa. As pessoas não seguirão um líder porque ele é capa de revistas de negócios, e sim, porque ele permite as pessoas aprender, crescer e contribuir.
3. Conheça e respeite os sonhos de cada um:
O principal erro de um líder é deduzir que todos querem a mesma coisa, ou seja, "eu pago altas comissões, o que mais eles querem?". Exatamente, o que mais eles querem? Apesar de essencial, dinheiro não motiva todo mundo. Ser promovido não motiva todo mundo. Muitas vezes um reconhecimento em público motiva muito mais um colaborador que do que dinheiro. Uma carta de agradecimento, assumir um projeto audacioso, participar de reuniões importantes, enfim, as pessoas possuem motivos diferentes para sentirem-se felizes. E como descobrir o que motiva cada um: Simples! Converse, pergunte! O que te motiva? O que te faz feliz? É o único caminho.
Amigos é importante compreender que quando uma pessoa atua de maneira congruente aos seus mais importantes valores, naturalmente alcança o um alto desempenho interior, que se reflete em um real engajamento.
Um grande abraço e até semana que vem,
Alexandre Prates
terça-feira, 14 de agosto de 2012
O impacto do líder nos resultados
Uma coisa é fato: as pessoas somente se engajarão para obter os resultados se tiverem alguma recompensa com isso. Alguns profissionais afirmam que a sua motivação é simplesmente o dinheiro, outras apontam o reconhecimento como fundamental. A minha experiência mostra que, quando aliamos ambos os fatores (racional e emocional), conquistamos o real engajamento das pessoas.
Resumindo, o real engajamento só será alcançado se dois pontos estiverem bem claros:
1. Visão de Resultado – A consciência do que verdadeiramente eu tenho que entregar;
2. Recompensa - A consciência do porque vale a pena entregar.
O líder que conseguir conscientizar a sua equipe sobre esses dois elementos estará muito perto de construir um time com foco em resultados. Porém, somente a consciência não garante esses resultados, é preciso atuar intensamente nas ações cotidianas que sustentam o foco da sua equipe:
1. Sistematização de acompanhamento: é imprescindível que o líder crie momentos e sistemas para acompanhar os resultados do time. A equipe precisa saber a periodicidade desse acompanhamento, bem como o seu funcionamento.
2. Faça da cobrança um momento natural: as reuniões de apresentação de resultados não precisam ser traumáticas. É um momento fundamental para comprometer as pessoas, mas não deve ser encarado como punição, e sim, um momento de avaliar o que conquistamos e discutirmos estratégias para seguirmos em frente. Discuta em grupo as estratégias e deixe para discutir comportamento individuais nos momentos de feedback.
3. Feedback constante: muito se fala sobre feedback, mas nesse caso ele deve ser utilizado para alinhar as ações em prol dos resultados. Não deixe para depois as conversas que podem contribuir para as ações, por mais difíceis que elas sejam.
4. Comemore as pequenas vitórias: não podemos focar apenas no resultado final. É importante ser feliz no caminho, portanto, incentive, motive e vibre com cada etapa conquistada.
5. Avalie resultado X empenho: Resultado é aquilo que entregamos e empenho é o esforço empregado para conquistar o resultado. Muitas pessoas conquistam resultados, mas para isso despendem de um grande esforço. Já outras também conseguem grandes resultados, porém não precisam se empenhar tanto para isso. Em ambos os casos, é válido, pois cada um descobre ao longo da sua trajetória profissional a sua maneira de realizar as ações. O que não podemos aceitar são profissionais que não trazem resultados e não se empenham para isso. Falta de engajamento é inadmissível!
Por fim, uma última e fundamental dica: converse com sua equipe sobre estratégias e resultados. A maioria dos líderes que conheci só precisava conversar mais com o seu time sobre onde queria chegar, e recebia como resposta o que faremos para chegar lá.
Eu desejo que você conquiste grandes resultados ao lado do seu time!
Abraços e até semana que vem,
Alexandre Prates
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Precisamos de líderes na educação
Uma pesquisa da Fundação Victor Civita de 2011 revelou que 42% dos diretores de escolas públicas brasileiras são escolhidos por influência política. É uma pena. Em Nova York, o trabalho da organização Leadership Academy (Academia de Liderança) aponta que os maiores avanços no desempenho escolar dos alunos são obtidos com diretores muito bem treinados para a função, profissionais que, além de bons gestores, conhecem o conteúdo programático de suas unidades de ensino.
Desde que o mundo é mundo, a influência dos líderes é o que impulsionou e impulsiona as grandes conquistas. Na educação não é diferente! É o gestor escolar que pode fazer a diferença no engajamento dos educadores e, consequentemente, dos alunos.
Digo isso, pois como diretor da CONAJE (Confederação Nacional de Jovens Empresários), tenho a oportunidade de coordenar o projeto Empreendedores do Futuro, que visa levar a cultura de empreendedorismo para as escolas públicas do nosso país. Atividade que me permitiu conhecer belíssimos exemplos de gestão na área educacional, desde professores, diretores, políticos etc.
No entanto, o que mais vejo na maioria das instituições são diretores politiqueiros, que se utilizam do cargo para ganhar influência às custas do empobrecimento da nossa educação.
Em 2009 fui apresentado à tia Edna, como gosta de ser chamada. Uma diretora que assumiu uma escola falida no interior de Goiás. Tia Edna decidiu entre reclamar ou mudar a situação daquela região. Fez a escolha certa, porém, não a mais fácil. Com o envolvimento dos educadores, alunos e comunidade, criou uma escola que hoje é modelo de ensino no Estado.
Dá pra fazer! É uma questão de atitude, de engajamento, de um propósito de vida voltado para construir uma educação que realmente valha a pena!
Precisamos de líderes educacionais que evoluam para um modelo de gestão eficiente, com foco em resultados, com indicadores de desempenho claros, construídos a partir de um planejamento estratégico consistente. Uma gestão escolar não é diferente de uma gestão empresarial, o que muda é o resultado que queremos atingir, mas não muda a necessidade de buscar esses resultados.
Não é fácil implantar uma modelo de gestão como esse, mas é possível! No entanto, só conseguirá isso o líder que verdadeiramente tiver esse propósito muito claro, de realmente fazer a educação acontecer. Se o gestor não tiver essa vontade no coração, esqueça, é muito mais fácil e confortável ficar sentado atrás de uma mesa gerindo problemas e reclamando do sistema.
Precisamos de líderes educacionais, e não de politiqueiros disfarçados de educadores!
Te vejo semana que vem!
Alexandre Prates
Desde que o mundo é mundo, a influência dos líderes é o que impulsionou e impulsiona as grandes conquistas. Na educação não é diferente! É o gestor escolar que pode fazer a diferença no engajamento dos educadores e, consequentemente, dos alunos.
Digo isso, pois como diretor da CONAJE (Confederação Nacional de Jovens Empresários), tenho a oportunidade de coordenar o projeto Empreendedores do Futuro, que visa levar a cultura de empreendedorismo para as escolas públicas do nosso país. Atividade que me permitiu conhecer belíssimos exemplos de gestão na área educacional, desde professores, diretores, políticos etc.
No entanto, o que mais vejo na maioria das instituições são diretores politiqueiros, que se utilizam do cargo para ganhar influência às custas do empobrecimento da nossa educação.
Em 2009 fui apresentado à tia Edna, como gosta de ser chamada. Uma diretora que assumiu uma escola falida no interior de Goiás. Tia Edna decidiu entre reclamar ou mudar a situação daquela região. Fez a escolha certa, porém, não a mais fácil. Com o envolvimento dos educadores, alunos e comunidade, criou uma escola que hoje é modelo de ensino no Estado.
Dá pra fazer! É uma questão de atitude, de engajamento, de um propósito de vida voltado para construir uma educação que realmente valha a pena!
Precisamos de líderes educacionais que evoluam para um modelo de gestão eficiente, com foco em resultados, com indicadores de desempenho claros, construídos a partir de um planejamento estratégico consistente. Uma gestão escolar não é diferente de uma gestão empresarial, o que muda é o resultado que queremos atingir, mas não muda a necessidade de buscar esses resultados.
Não é fácil implantar uma modelo de gestão como esse, mas é possível! No entanto, só conseguirá isso o líder que verdadeiramente tiver esse propósito muito claro, de realmente fazer a educação acontecer. Se o gestor não tiver essa vontade no coração, esqueça, é muito mais fácil e confortável ficar sentado atrás de uma mesa gerindo problemas e reclamando do sistema.
Precisamos de líderes educacionais, e não de politiqueiros disfarçados de educadores!
Te vejo semana que vem!
Alexandre Prates
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